F1

Com nome limpo, Ecclestone diz que “é melhor” trabalhar sem precisar se preocupar com tribunais

Após fazer acordo para encerrar julgamento na Alemanha, Bernie Ecclestone apareceu pela primeira vez no paddock da F1 sem precisar se preocupar com uma possível condenação em algum tempo

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Bernie Ecclestone deu as caras no paddock da F1 pela primeira vez desde o fim do julgamento que enfrentava na Alemanha desde o início do ano. Tranquilo, o britânico de 83 anos falou pouco, como sempre, mas disse que nada — ou pouco — mudou no que diz respeito ao seu trabalho como promotor do Mundial antes e depois do caso. A diferença é que, agora, ele pode novamente dedicar todo seu tempo à categoria.

No início deste mês de agosto, Ecclestone pagou um acordo de R$ 225 milhões à justiça de Munique, no sul da Alemanha, para colocar um ponto final no caso de suborno em que estava envolvido.

“Nada mudou. Eram dois dias que eu não estava no escritório, mas isso era tudo”, disse o dirigente nesta sexta-feira (22) em Spa-Franchorchamps.

“Mas é melhor porque eu tinha que fazer algumas coisas no fim de semana para pegar o que eu havia perdido”, acrescentou.

À ‘Reuters’, Ecclestone ainda disse que não foi contatado pelo banco BayernLB, que indicou recentemente que está aberto a também fazer um acordo com o dirigente para resolver de vez toda a história. O BayernLB era o empregador de Gerhard Gribkowsky, o homem que recebeu um pagamento suspeito de Bernie. “Eu não sei qual é o problema com eles, para ser honesto com você. Eu não sei do que eles estão falando e ninguém me contatou”, comentou.

Bernie Ecclestone teve seu julgamento encerrado na Alemanha (Foto: Getty Images)