Com "próximo desafio no mais alto nível", Alonso mira F1, Indy ou WEC para 2021

Fernando Alonso se afastará dos ralis e foca 2021 em três categorias. Além de Indy e WEC, também mencionou a F1, junto de mudanças que podem ser adotadas para superar a crise colocada pela pandemia do coronavírus

O futuro de Fernando Alonso vem se tornando um dos assuntos mais comentados do esporte a motor. Aos 38 anos, o espanhol participou do Rali Dakar no início de 2020 e revelou que tem planos de retorno ao grid de três categorias.
 
Em entrevista ao site espanhol ‘Motor.es’, Alonso comentou que deve deixar a carreira nos ralis de lado, por entender que tem condições de buscar espaço em outras categorias de alto nível enquanto a condição física é boa.
 
"A busca por desafios e opções para os próximos anos é algo que venho considerando desde o final de 2019, quando decidi entrar na aventura do Dakar. Era uma aposta e é uma experiência que repetirei no futuro", disse o espanhol, que fechou a famosa prova em 13º ao lado de Marc Coma.

Para 2021, o plano do espanhol é retornar para F1, WEC ou Indy. O veterano classificou as categorias como as competições mais qualificadas do esporte.

 
"Tenho um bom nível físico e motivacional, e para o Dakar ainda tenho alguns anos pela frente. Agora gostaria de me concentrar no mais alto nível do automobilismo, seja F1, Endurance ou Indy. Tenho uma ideia em mente, mas o próximo desafio será importante e no mais alto nível", seguiu.
 
Com 17 temporadas na F1 e mais de 300 corridas, Alonso chamou atenção para os problemas que a categoria vai encarar por conta da pandemia do coronavírus, que adiou o início do campeonato.
 
“A F1 não estará à margem dos problemas ou da crise criada por esta pandemia. Não falo dos pilotos ou das grandes fábricas, mas sim dos problemas com patrocinadores. Há muitas empresas que colocam seu logotipo em um carro que revisarão se seguirão a fazer isso. Essa crise vai afetar todo mundo e ainda mais quem depende de muito dinheiro, e a F1, com certeza, é um destes”, declarou.
 
"Terão de reduzir despesas, padronizar partes dos carros para que sejam 50% iguais e tenham apenas uma pequena janela de desenvolvimento, mas não ilimitada. Com um pouco de criatividade e bom senso, eles podem tirar proveito das dificuldades”, concluiu.
 
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