Com salário atrasado, funcionários de empresa de Mallya prometem protestos para GP da Índia

Os funcionários da Kingfisher, empresa área indiana de propriedade do dono da Force India, afirmaram que vão protestar durante a próxima etapa da F1 para que o dirigente pague os salários dos últimos meses

Os problemas para o dono da Force India, Vijay Mallya, ainda não terminaram. Embora a justiça indiana tenha revogado um mandado de prisão na última semana, já que o dirigente entrou em acordo com um aeroporto credor local, agora o chefão da equipe terá que lidar com uma multidão de funcionários insatisfeitos e com salários atrasados quando retornar à India para a corrida marcada para este fim de semana.

Além de cuidar da equipe da F1, Mallya também é o dono da empresa aérea Kingfisher, que está impedida de voar pelas autoridades indianas por não ter montado um plano de negócios capaz de salvá-la da falência. Consequentemente, os funcionários não foram pagos nos últimos meses.

Vijay Mallya (Foto: Reprodução/Kingfisher)

Dessa maneira, eles decidiram protestar contra Mallya em frente das câmeras durante o GP da Índia. Para isso, estarão na entrada do circuito cobrando que o dirigente pague aquilo que é devido. Essa é uma forma tradicional de protesto no país asiático – chamada de dharna –, mas que precisa da liberação das autoridades locais para ser feita.

Em uma entrevista ao jornal indiano ‘The Hindustan Times’, um dos funcionários da empresa afirmou que essa é a última solução encontrada para conseguir que Mallya – e o filho Siddharth – paguem o que devem.

“Que opção sobrou para nós, além de protestar? Todos estamos em uma crise financeira profunda, mas pai e filho são imperturbáveis. Eles estão, na verdade, zombando de nossa miséria com seu estilo de vida”, declarou.

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