F1

Com ventos de 325 km/h, furacão Patrícia se aproxima do Texas e ameaça sequência do fim de semana do GP dos EUA

O Furacão Patrícia, depois de crescer muito nas últimas 24 horas, passou a ser uma ameaça real para o México e os Estados Unidos. Austin, que recebe o GP americano neste final de semana, pode ser afetada pelo fenômeno que já é considerado o maior já registrado no Oceano Pacífico – e um dos maiores de todos os tempos

Warm Up / Redação GP, de Porto Alegre
A situação climática para o GP dos Estados Unidos, que já era ruim, parece estar próxima de ficar ainda pior. Um dos maiores furacões já registrados no hemisfério oeste, carregando ventos recordes de 325 km/h nesta sexta-feira (23), está próximo da América do Norte. E mais: Austin, sede do GP dos Estados Unidos, parece estar no caminho do fenômeno.
 
O furacão, já batizado como Patricia, deve atingir o México ainda nas primeiras horas deste sábado (24). Depois, a tendência é que o sistema meteorológico avance pela América do Norte, podendo chegar aos Estados Unidos ainda no domingo (25).
Tempestade em Austin marca o começo das atividades da F1 no Texas (Foto: Reprodução/F1)
O fenômeno já era previsto por meteorologistas, mas a situação se deteriorou bastante nas últimas 24 horas. Neste interim, Patricia deixou de ser classificada como Tempestade Tropical, avançando para a condição atual de Furacão.
 
O crescimento permitiu que Patricia fosse classificado como o maior furacão já registrado no Oceano Pacífico. Com isso, a população mexicana já está alerta de que a situação pode ficar muito ruim nas próximas horas – Guadalajara, segunda maior cidade do país, está na rota do fenômeno.
 
O primeiro treino livre para o GP dos Estados Unidos, realizado nesta sexta-feira (23), ocorreu normalmente, apesar das ameaças climáticas. Todavia, o céu esteve incrivelmente nublado e a chuva, intensa, diminuiu o número de carros na pista.