Com Verstappen em terceiro na Austrália, motor Honda sobe ao pódio pela primeira vez na F1 desde 2008

O terceiro lugar do holandês Max Verstappen no GP da Austrália de 2019 marcou a primeira presença de um carro com motor Honda no pódio da Fórmula 1 desde Rubens Barrichello no GP da Inglaterra de 2008. A marca japonesa voltou ao grid em 2015, passando por sérias dificuldades antes de trazer resultados melhores

O terceiro lugar de Max Verstappen no GP da Austrália, alcançado na madrugada deste domingo (17), quebrou um jejum de 11 anos da Honda. Foi o primeiro pódio registrado por algum carro com o motor japonês na Fórmula 1 desde o GP da Inglaterra de 2008, quando Rubens Barrichello também ficou na terceira colocação pela equipe de fábrica, extinta ao fim daquele mesmo ano.

Na ocasião, a prova teve forte chuva e um grande desempenho de Barrichello, que aproveitou os abandonos e a estratégia certeira para conquistar o melhor resultado naquela temporada.

Para Verstappen, as coisas foram mais simples. O holandês largou na quarta posição, mas conseguiu superar o alemão Sebastian Vettel, durante a corrida, terminando na terceira posição e somando 15 pontos no campeonato de pilotos. Chefe de equipe, Christian Horner revelou que o diretor da Honda, Masashi Yamamoto, caiu no choro após o resultado.

Max Verstappen (Foto: Getty Images/Red Bull Content Pool)

A corrida na Austrália é justamente a primeira da parceria entre Red Bull e Honda. Depois de um vínculo de 12 anos com a Renault, que rendeu quatro Mundiais de Pilotos e de Construtores, a equipe austríaca assinou contrato com a montadora japonesa. O resultado em Melbourne é um começo de redenção para uma fornecedora de motor que sofreu com críticas no período de aliança com a McLaren, entre 2015 e 2017. Foi o 175º pódio de um carro com motor Honda na F1.

A próxima etapa do campeonato será o GP do Bahrein, que acontece em duas semanas, em Sakhir, e marca a 999ª corrida da história da Fórmula 1.

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