Companheiro de Bottas em 2013, Maldonado defende Massa: “Já mostrou ser melhor, mas teve má sorte”

Derrotado por Valtteri Bottas na Williams no ano passado, Pastor Maldonado acredita que Felipe Massa tem andado melhor que o finlandês em 2014 e só precisa de mais sorte para que os resultados também indiquem isso

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Pastor Maldonado não tem dúvidas de que Felipe Massa é mais piloto do que Valtteri Bottas e reforçou que não se pode olhar para o que a tabela de pontuação indica para comparar o desempenho da dupla da Williams. Após as cinco primeiras corridas de 2014, a classificação indica que o mais jovem do time vai vencendo a batalha por 22 pontos: 34 a 12.

O venezuelano, agora na Lotus, foi o companheiro do finlandês na temporada 2013 – e acabou derrotado na disputa interna por quatro pontos a um na temporada que foi uma das piores da história da esquadra nove vezes campeã do Mundial de Construtores.

Mas ao ser perguntado sobre a disputa que Massa e Bottas vêm protagonizando em 2014 na equipe de Grove, Maldonado saiu em defesa de seu substituto.

“Acho que o Felipe já mostrou ser melhor que ele, mas teve má sorte. Esse é um erro que vocês cometem: não dá para avaliar só resultados, tem que notar as outras coisas que acontecem”, declarou Pastor,

“Na primeira corrida, Felipe foi tirado. Duas corridas atrás, levaram cinco pneus para trocar um pneu dele. Com o Bottas, isso não acontecer. Tem que avaliar o porquê do resultado”, analisou.

Maldonado crê que Massa tem um currículo que prova a sua capacidade como piloto. “Claro que Bottas é um piloto rápido, profissional, que merece estar na F1. Mas não acho que seja muito mais rápido e consistente durante muito tempo, na Ferrari e agora na Williams”, disse.

“A Williams mostrou ser uma boa equipe, melhorou muito em relação ao ano passado, usando o motor Mercedes”, completou.

Vatteri Bottas e Pastor Maldonado dividiram a Williams em 2013 (Foto: Andrew Ferraro/Williams)

Massa também comentou o assunto na quarta-feira em Monte Carlo. Mostrou-se tranquilo quanto ao tema por saber que a desvantagem se dá principalmente devido a fatores que não cabiam ao seu controle e que custaram pontos importantes nos GPs da Austrália, do Bahrein e da China.

“Tem muita gente que olha a diferença do campeonato e já escreve mal. É melhor falar mal do que olhar o que aconteceu”, reclamou, referindo-se aos problemas que teve. “Eu estou tranquilo e estou confortável com meu ritmo no carro. Acho que isso é o que mais me interessa”, concluiu o piloto do carro #19.

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