Confira declarações dos pilotos após classificação do GP do Canadá, sétima etapa da temporada 2017 do Mundial de F1

Com uma volta soberba, Lewis Hamilton garantiu a pole-position da sua carreira na tarde deste sábado e se emocionou muito com o presente que ganhou do Instituto Ayrton Senna: o capacete do seu maior ídolo no esporte. Teve gente também com motivos para comemorar, enquanto outros lamentaram pelo desempenho na classificação em Montreal

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Lewis Hamilton foi o grande nome do treino classificatório do GP do Canadá de F1. Com uma volta excepcional no fim do Q3, na tarde deste sábado (10), o britânico cravou 1min11s459 e viveu um momento singular na sua carreira. O britânico igualou, aos 32 anos, a icônica marca de 65 poles conquistadas pelo seu grande ídolo no esporte, Ayrton Senna. Justamente no dia em que completa dez anos da sua primeira vitória na F1, no mesmo circuito Gilles Villeneuve que testemunhou sua conquista hoje, Lewis se emocionou ao receber o presente do Instituto Ayrton Senna: um capacete do brasileiro e, como ele, tricampeão mundial.

 
Hamilton teve muitos motivos para comemorar, o que não se pode dizer de Sebastian Vettel, embora o alemão largue na primeira fila e tenha chances reais de vencer no domingo. Valtteri Bottas e Kimi Räikkönen novamente vão colocar Mercedes e Ferrari lado a lado em uma segunda fila toda finlandesa, os dois nórdicos também sem ter tantas razões assim para sorrir.
Lewis Hamilton brilhou em Montreal. E se emocionou com o presente inesperado após igualar Senna (Foto: Mercedes)
A Red Bull fez o que deu com um RB13 que não oferece a Max Verstappen e Daniel Ricciardo mais que a chance de lutar pelo quinto lugar do grid em condições normais. Felipe Massa, por sua vez, ficou satisfeito com a volta que fez na sessão em Montreal e conseguiu colocar a Williams à frente da dupla da Force India, formada por Sergio Pérez e Esteban Ocon. Nico Hülkenberg também se destacou com um grande trabalho que vem fazendo pela Renault e encaixou o carro aurinegro em décimo.
 
Já os companheiros de Massa e Hülkenberg foram mal. Lance Stroll, mesmo correndo em casa diante da sua torcida, sequer avançou ao Q2, ficando bem longe do tempo do brasileiro. Jolyon Palmer, cada vez mais pressionado na Renault, foi apenas o 15º. Pior que ele foi Stoffel Vandoorne, que também caiu no Q1 em Montreal com a McLaren, assim como Kevin Magnussen, da Haas e as Sauber de Marcus Ericsson e Pascal Wehrlein.
 
Fernando Alonso fez neste sábado o que está habituado a fazer na McLaren em 2017: tirou leite de pedra. Sobretudo no terceiro treino livre, o espanhol foi bem, assim como no Q1 da sessão classificatória, mas se queixou de falta de potência no Q2, o que acabou tornando difícil sua sequência no treino desta tarde. Ainda assim, o bicampeão do mundo vai largar em 12º, entre as Toro Rosso de Daniil Kvyat e Carlos Sainz.
 

 


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Confira as declarações de cada piloto após a classificação do GP do Canadá:


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Lewis Hamilton, pole: Com “volta sexy”, Hamilton treme ao igualar recorde de Senna: “Ele me inspirou a ser quem eu sou hoje”

Sebastian Vettel, segundo: Vettel fica sem encontrar “um pouquinho de tempo” na volta final e sai “não tão feliz” da classificação no Canadá

Valtteri Bottas, terceiro: Bottas parabeniza “mega volta” de Hamilton, mas admite que esperava mais na classificação do GP do Canadá

Kimi Räikkönen, quarto: "Hoje foi um pouco complicado. Por algum motivo, ontem vivemos um dia melhor, me sentia mais confortável no carro. O carro esteve bem hoje, mas lutamos para fazer os pneus funcionarem. Há potencial, mas não consegui uma boa volta. Na minha última tentativa, cometi muitos erros e paguei o preço por isso. Amanhã, acho que viveremos uma história diferente. Será uma longa corrida e, obviamente, tudo pode acontecer. Aqui, nunca se sabe. É um desses lugares onde as coisas podem mudar rapidamente. Nós tentaremos escolher a melhor estratégia."

Max Verstappen, quinto: "Nós sabemos que este circuito não é o nosso favorito e particularmente não se encaixa para nós. Então, terminar em quinto foi o melhor que pudemos alcançar, e conseguimos isso e estou satisfeito com o resultado. Ferrari e Mercedes conseguiram transformar seus motores e conseguir um ritmo extra. Não podemos fazer isso nesse momento. Durante a corrida a diferença de potência do motor é ligeiramente menor, pois não podem ser trabalhados neste nível durante toda a corrida, isso significa que nós podemos tentar se envolver e criar terreno. Acho que o nosso ritmo de corrida parece bom para amanhã, se a gente se manter em quinto já é o nosso primeiro objetivo, então podemos ver o que acontece na nossa frente. Nós estamos trabalhando constantemente e duro para melhorar o carro, trabalhando na direção de ter o melhor carro em campo, e isso significa desenvolvimento constante. As atualizações que conseguimos para este fim de semana funcionaram muito bem, o que prova que estamos caminhando para a direção correta. É  difícil mostrar progresso no treino classificatório, a em uma pista difícil com curvas longas, mas estamos definitivamente melhorando."

Daniel Ricciardo, sexto: "As coisas realmente aconteceram como planejamos ontem, mas tivemos muitas voltas na pista esta manhã no terceiro treino livre e entendemos muito mais. Para o treino classificatório apesar de termos terminado na cauda do top-6 eu ainda senti que estavamos na caçada. Nos colocamos em uma boa posição para, pelo menos, correr com o Max então eu não posso pedir muito mais. Na última tentativa eu adoraria melhorar e talvez existisse um décimo ali, mas acho que conseguimos tirar um bom proveito disso. Não sou o Einstein, mas três anos atrás eu terminei em primeiro e eu iniciei em sexto. Vou começar em sexto de novo amanhã, de modo que a matemática é fácil, estou certo?"

Felipe Massa, sétimo: Massa fala em “excelente” volta no Q3 para colocar Williams na sétima posição do grid do GP do Canadá

Felipe Massa conseguiu tirar um bom desempenho da sua Williams à tarde (Foto: Williams/F1)

Sergio Pérez, oitavo: “Estou satisfeito com meu ritmo hoje. O carro me deixou confiante e minhas voltas rápidas foram limpas e certinhas. Oitavo é um bom lugar para começar a corrida e, mesmo que nossas opções de estratégia sejam limitadas, tenho confiança de que vamos sair com um resultado decente. Vai ser uma briga apertada com os carros ao nosso redor, as diferenças são pequenas, mas nosso ritmo de corrida pareceu bom ontem. A gente deve ser competitivo”

Esteban Ocon, nono: “O carro estava forte desde o TL1 e fizemos um bom trabalho em todas as sessões, sempre melhorando o carro. É uma pista nova para mim, então eu dou um passo de cada vez para me acertar com o carro e a pista. Eu gostei de classificação, estava acelerando mais e mais nas chicanes e me aproximando dos muros. É uma pista das antigas, certamente um desafio para pilotos. Largar em nono significa que já estamos na zona de pontos. Tenho uma boa sensação para a corrida”

Nico Hülkenberg, décimo: “O décimo lugar me agrada, é o máximo que dava para arranjar nessa tarde. Ontem parecia que tínhamos um bom trabalho pela frente, mas hoje de manhã a situação melhorou muito. Agora temos que trabalhar pesado para pontuar amanhã”

Daniil Kvyat, 11º:  "Eu não acho que o 11º lugar é uma posição ruim para amanhã. Estou só envergonhado de nós perdermos cerca de três minutos na pesagem, já que o carro ficou preso na primeira marcha, o que é muito frustrante. Por causa disso, só foi possível fazer uma volta em minha tentativa final e os pneus ainda estavam muito frios. Eu também consegui uma punção quando tristemente esbarrei no muro. Sem tudo isso, eu definitivamente poderia ter tido uma volta melhor, tenho certeza. Não estou preocupado com amanhã, nós só precisamos fazer a nossa corrida e espero lutar por pontos."

Fernando Alonso, 12º: 12º do grid, Alonso diz que “ficar a 1s2 do tempo de Hamilton com 80 cv a menos é como pole-position” para McLaren

Fernando Alonso (Foto: McLaren)

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Carlos Sainz Jr., 13º:  "Estou chateado com o resultado dos treinos classificatórios de hoje. É uma pena porque depois do terceiro treino livre nós finalmente conseguimos mostrar algum desempenho e nós definitivamente estavamos em uma boa posição para voltas melhores nesta tarde. Infelizmente, o treino classificatório foi cheio de problemas e as bandeiras amarelas interromperam minhas voltas cronometradas tanto no Q1 quanto no Q2. E, por isso, não pude melhorar meu tempo de volta. Acho que 13s4 ou 13s5 era possível. O 13º lugar definitivamente não é onde eu gostaria de terminar hoje, mas não tem muito o que eu possa fazer sobre isso agora. O lado positivo é que o carro se comportou muito bem e eu me sinto confortável. Estou confiante e pronto para a corrida:  No ano passado eu comecei em 16º e consegui me recuperar e pontuar, então isso significa que amanhã poderemos ter uma história parecida. Vamos nos esforçar e nunca desistir, pode ter certeza."

Romain Grosjean, 14º: “Não tem sido fácil. A gente sabia que não estaria no Q3, mas se esperava alguma mágica na classificação. O Q1 foi bom, mas no Q2 não conseguimos nada de aderência com o último set de pneus. Fiz me melhor, consegui um tempo decente, mas não estava nem perto de ser bom o suficiente. Vamos trabalhar e analisar tudo. O lado bom é que essa é uma pista em que dá para ultrapassar normalmente”

Jolyon Palmer, 15º: “Consegui uma volta certinha no Q1, o carro parecia bom. Por algum motivo, não consegui aderência no Q2 e acabei com uma volta pior. Fico feliz por voltar ao Q2, mas desapontado por não estar melhor posicionado. A gente sabe que os pneus são sensíveis , então é preciso se entender com isso na corrida. Esse é um circuito que permite ultrapassagem, tem safety-cars, então espero que as coisas aconteçam do nosso jeito amanhã”

Stoffel Vandoorne, 16º: "É uma pena que eu tenha de abortar a minha última volta no Q1, quando as bandeiras amarelas surgiram. Acho que tínhamos potencial para entrar no Q2. Nós brigamos um pouco com os pneus na primeira volta cronometrada e só conseguíamos melhorar na segunda passagem. Em termos de desempenho, acho que não estamos tão longe. É apenas uma questão de fazer os pneus funcionarem. Sabemos que essa não é a pista mais favorável para nós, então estamos sacrificando algumas áreas em termos de acerto. Amanhã será uma corrida longa e espero que um carro decente para terminar a prova."

Lance Stroll, 17º: "Nós saímos no início e ficamos com o mesmo conjunto de pneus durante toda a sessão. Eu senti que aderência estava melhorando, mas acho que a pista também estava. Acho que a decisão de não parar pelos pneus novos no fim do Q1 teve um pouco a ver com o que eu não conseguiria, mas é muito difícil dizer. Você sempre pode olhar para trás e dizer que deveriamos ter feito isso e nós deveríamos ter feito aquilo, mas  estamos na posição em que estamos.  Obviamente, nós estamos começando um pouquinho atrás do que nós gostaríamos de estar, mas a corrida é longa, ultrapassar é possível e nós nunca sabemos o que pode acontecer. Temos que estar focados e pensar positivo. Essa é minha primeira prova em casa, o que é bom e estou com o objetivo de aproveitá-la."

Kevin Magnussen, 18º: “Foi muito frustrante. Aconteceu muita coisa, principalmente tráfego. É o segundo fim de semana seguido perdendo voltas por conta de tráfego. Não consegui uma boa sensação do carro porque nem consegui uma boa volta. Não deu para mostrar todo o nosso potencial hoje” 

Marcus Ericsson, 19º: "Foi um fim de semana difícil para nós e até agora lutando com a pouca aderência, especialmente ontem. Nós pudemos fazer alguns progressos para entender melhor os pneus, mas obviamente não fomos rápidos o suficiente para acompanhar o ritmo dos nossos competidores. É positivo que eu sinta mais confortável com o carro hoje e as mudanças que fizemos na lateral do carro podem nos ajudar amanhã nas condições da corrida."

Pascal Wehrlein, 20º: "A rodada para as barreiras foi um erro meu. Eu fui muito longe para a direita enquanto freava na curva um e acabei guiando por cima da grama. Eu sinto muito pela minha equipe, especialmente os mecânicos, que têm trabalhado tanto desde a corrida de Mônaco, e hoje será um outro dia longo para eles."

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