Conselho Mundial opta por formato radical e confirma classificação 100% ‘mata-mata’ já na Austrália, diz revista

O Conselho Mundial de Automobilismo confirmou na manhã desta sexta-feira (4) o formato de classificação que havia sido proposto na semana passada: dança das cadeiras de cabo a rabo para definir o pole-position. A informação é da revista inglesa 'Autosport'

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O Conselho Mundial de Automobilismo abriu cedo seus trabalhos nesta sexta-feira (4) e confirmou o formato de 'dança das cadeiras' para a classificação da F1 em 2016. Mais que isso: vai mesmo já abrir a temporada, dia 19 de março, no treino classificatório para o GP da Austrália. A informação é da revista inglesa 'Autosport'.
 
A ideia foi proposta e aprovada em instância inicial na semana passada em Genebra durante a reunião do Grupo de Estratégia da F1, mas ainda precisava ser ratificada na reunião marcada para hoje.
 
A preocupação de Bernie Ecclestone era de que o sistema de cronometragem não estaria pronto para tamanha exigência já na abertura da temporada. Foi por isso que Ecclestone anunciou que as mudanças só valeriam a partir de maio. Só que, segundo a publicação, a FOM avisou a Bernie que tudo pode ser feito antes da Austrália.
A novidade vem aí (Foto: Getty Images)
E a ideia que estava sendo defendida por alguns chefes de equipe como Éric Boullier, da McLaren, por exemplo, de que o Q3 tivesse oito pilotos disputando em sistema conservador, morreu na praia. A chancela do WMSC é para que toda a classificação funcione como um grande 'mata-mata'.
 
O Q1 terá 16 minutos onde todos terão sete minutos para fazer tempos rápidos. Ao fim deste tempo, o mais lento é eliminado. A partir daí, o mais lento é cortado de 90 em 90 segundos. 15 pilotos vão sobrar para o Q2 de 15 minutos. O processo é idêntico, só que dessa vez serão apenas seis minutos até a primeira eliminação. Por fim, o Q3 terá 14 minutos e oito pilotos. Da mesma forma, o primeiro eliminado sai após cinco minutos. O sistema segue até que reste apenas um, o pole-position.
 
A mudança é parte da tentativa desesperada de que a F1 recupere um pouco da emoção que anda faltando nos últimos anos e que, com isso, traga de volta um pouco da atenção perdida pelo caminho.

 

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