Consultor da Red Bull revela que Verstappen também passou mal durante GP dos EUA

Helmut Marko disse que Max Verstappen não estava bem na corrida em Austin e que sua recuperação foi com exercícios de respiração e também com hidratação

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Não foi apenas Sergio Pérez que passou mal durante o GP dos Estados Unidos, no último domingo (24). Segundo Helmut Marko, consultor da Red Bull, Max Verstappen, o grande vencedor da prova, também não se sentiu bem ao longo da corrida. “Seus olhos escureceram completamente”, revelou o dirigente austríaco à revista alemã Auto Motor und Sport.

Marko não se furtou a elogiar Verstappen, que fez uma das melhores corridas da carreira e conseguiu segurar Lewis Hamilton nas voltas finais para vencer em Austin.

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Max Verstappen venceu o GP dos EUA, mas não teve vida fácil em Austin (Foto: Red Bull)

“É inacreditável a capacidade mental que ele ainda tem. Ele pilota no limite mesmo não se sentindo bem e ainda pensa na estratégia”, comentou.

Verstappen não sofreu tanto na comparação com seu companheiro de equipe em razão de um grande detalhe. Segundo Helmut Marko, “Max se recuperou com exercícios de respiração e também com hidratação”. Pérez enfrentou problemas com o sistema de hidratação no carro da Red Bull e fez a corrida toda desidratado, algo que exigiu demais de ‘Checo’, que sofreu com uma diarreia pela manhã em Austin.

“Muita água fluiu durante a volta de alinhamento [para o grid] no seu carro. A coisa se espalhou como um capeta. Depois, ele teve de trocar a balaclava. Não teve água na corrida. Então, foi uma boa corrida”, descreveu o dirigente.

Em entrevista coletiva pouco depois da prova no Circuito das Américas, Pérez descreveu o drama depois de ter subido ao pódio graças à conquista do terceiro lugar do GP dos EUA, para delírio da multidão mexicana nas arquibancadas em Austin. Foi o quarto pódio de Sergio na temporada, o segundo consecutivo.

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“Sofri muito. Não me senti bem pela manhã e fiquei sem água desde a primeira volta. Foi uma loucura. Não consegui beber nada”, explicou ‘Checo’. “Acho que, no meio do meu segundo stint, começou a ficar muito, muito difícil. Estava completamente perdido”, disse o piloto da Red Bull.

“Não tinha forças, estava perdendo força nas mãos, perdendo força nos pés, a visão também estava ficando bem incômoda. Estava no modo de sobrevivência, simplesmente. Se tivesse um momento ruim, não conseguiria controlar o carro, então foi a corrida mais longa da minha vida, sem dúvidas”, acrescentou. “Acho que foi a minha corrida mais difícil de todas, fisicamente”, definiu o piloto.

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