De F1 à Stock Car, resultados e fatos demonstraram que bola de cristal para 2016 estava embaçada

F1, F-E, MotoGP, Stock Car... Cada categoria ao seu modo fez questão queimar a língua, e os dedos, dos ditos especializados para a temporada que terminou no último domingo (11). Mas é justamente aí que está a beleza do esporte a motor

 

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O inédito título de Felipe Fraga na Stock Car no último domingo (11) inaugurou também a temporada de avaliações do ano. Com o término dos principais campeonatos do mundo da velocidade, chegou a hora de passar a limpo 2016 e rever as previsões que se mostraram fajutas, em muito graças à beleza do esporte, em outro tanto pela ânsia de só querer sair na frente. A própria vitória do prodígio de 21 anos, da Cimed Racing, provou que a bola de cristal esteve um tanto embaçada na virada para este ano.
 
Como se não bastasse, F1, F-E, MotoGP… Cada uma ao seu modo fez questão de surpreender até mesmo os mais especializados seja com disputas alucinantes na última prova ou vitórias inesperadas para a temporada. O brincar de adivinhar se mostrou mais uma vez bastante sadio, mas não alheio ao imponderável do esporte a motor. Afinal de contas, como diz a tantas vezes repetida frase de Juan Manuel Fangio: “corridas são corridas”.
Nico Rosberg contrariou os mais críticos e mostrou talento para ficar com o título (Foto: Mercedes)

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Na F1, depois de outro campeonato à parte, agora fica ainda mais fácil de bradar amores à Mercedes. Esse, no entanto, não era necessariamente o pensamento de maneira geral. Apesar das recentes hegemonias de Ferrari (2000 a 2004) e Red Bull (2010 a 2013), não é sempre que uma equipe domina o Mundial. A tendência inclusive era que essas duas equipes, no mínimo, encostassem nas Flechas de Prata. Como todo mundo sabe, não foi o que aconteceu com 19 vitórias em 21 provas para os alemães.

Ainda que as previsões apontassem para novo poderio da Mercedes, o favorito ao título era Lewis Hamilton. As três vitórias consecutivas de Nico Rosberg nas três últimas provas do ano foram minimizadas por maior talento, audácia e até carisma do companheiro de equipe. Rosberg engoliu tudo isso e, mesmo campeão do mundo, se retirou de cena e anunciou sua aposentadoria da F1. 

 
No capítulo despedida, as de Felipe Massa e Jenson Button apareciam com alguma clareza na bola de cristal. O brasileiro já se mostrava incomodado com o declínio da Williams e, em seu último ano de contrato, dava mostras de que poderia seguir outros caminhos – isso se não fosse mesmo trocado por um piloto mais jovem e com maior aporte financeiro. Não muito diferente aconteceu com Button. A McLaren não entregou o carro que o campeão de 2009 sonhava e, depois de um papo furado de férias, anunciou propriamente a aposentadoria da F1 como era de se imaginar.
Sébastien Buemi conquistou duas vitórias nos dois primeiros ePrix de 2016/17 (Foto: Reprodução)
 

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A temporada de estreia da F-E, com o título de Nelsinho Piquet, o primeiro do Brasil em categorias sob a chancela da FIA desde Ayrton Senna em 1991, encheu de esperança os mais interessados em ver uma bandeira verde-amarelo no alto do pódio. A segunda temporada começou e a torcida então era para que Lucas di Grassi, por tudo que fez no nascimento dos carros elétricos, enfim chegasse ao título. Nada feito e o suíço Sébastien Buemi levou 2015/2016 para casa em uma manobra controversa do brasileiro.

No campeonato que começou em outubro em Hong Kong e vai até julho de 2017 em Montreal, por enquanto, novo passeio de Buemi. O suíço venceu os dois ePrix disputados até aqui e parece que não dará muita folga aos concorrentes. Di Grassi aparece na segunda colocação do campeonato, com 22 pontos a menos que o líder. Nelsinho ainda não se encontrou em sua equipe e ainda não conseguiu sequer um top-10.
 
Já a MotoGP deu sucessivos exemplos de competitividade ao longo da temporada. Não à toa, a categoria, por mais um ano seguido, cresceu em receita, em audiência, ganhou novos adeptos e aficionados ao redor do mundo. Não precisou ser exatamente fã das duas rodas para ver a beleza em um enxame de máquinas supercoloridas, disputando cada curva umas do lado das outras. Além disso, foram inimagináveis nove vencedores em 18 corridas alucinantes. 
 
A expectativa até poderia apontar para mais um título de Marc Márquez, mas nunca tão cerebral aos 23 anos, já tricampeão da MotoGP (2013, 2014 e 2016). O que mais se imaginava era um Valentino Rossi mordido, sobretudo, pela polêmica com o próprio piloto da Honda na temporada passada. Já em fase final de carreira, era esperado que o italiano de 37 anos fizesse ainda mais loucuras para conseguir o oitavo título na principal categoria do motociclismo (2002, 2003, 2004, 2005, 2008, 2009 na MotoGP e um ainda em 2001, nas 500cc). Bem que tentou, mas foi superado pelo espanhol e se meteu em ainda mais brigas com o companheiro de equipe Jorge Lorenzo, que deixou a Yamaha e foi para a novamente promissora Ducati – essa última conseguiu duas vitórias, mas perdeu tempo com seus pilotos no chão e, de quebra, chegou a perder temporariamente o status de terceira força para a Suzuki.
Marc Marquez foi mais cerebral do que nunca para ficar com o tri (Foto: Xavi Bonilla/Grande Prêmio)

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De volta à Stock Car, no início do ano, os favoritos ao título eram sempre os mesmos. A tendência era que não houvesse outro campeão inédito pelo terceiro ano seguido. Rubens Barrichello e Marcos Gomes já haviam contrariado a cômoda lógica das apostas em 2014 e 2015. Felipe Fraga não impressionou apenas por desbancar os dois últimos campeões, além de Ricardo Maurício e Cacá Bueno, por exemplo, mas por tamanho talento e perícia nos momentos mais decisivos.
 
Em apenas seu terceiro ano de Stock, Fraga esteve perto da perfeição na forma com que conduziu o campeonato e não deixou brechas para muitas investidas. O feito se tornou ainda mais imprevisível porque, mesmo com a juventude, aliou a maturidade, que era mais esperada em Barrichello, segundo lugar na classificação geral.
 
A imprensa dita especializada adora queimar a língua, e os dedos, em previsões. Mas aí está a beleza do esporte a motor. Que venha 2017 com ainda mais apostas infundadas.
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