De olho em expandir calendário, F1 se aproxima de confirmação de GPs em Miami e no Vietnã para 2019

As cidades de Hanói, capital do Vietnã, e de Miami estão próximas a entrar oficialmente no caminho da F1, de acordo com informação dada pela revista alemã 'Auto Motor und Sport'. A publicação diz que o acerto com ambas está perto, enquanto Buenos Aires precisa de garantias financeiras sobre revitalizar o autódromo José e Oscar Gálvez

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As primeiras duas confirmações de novas etapas do Mundial de F1 para a temporada 2019 estão perto de ser anunciadas – estão no caminho um GP do Vietnã e uma segunda prova nos Estados Unidos. Desta forma, 2018 será a última jornada sem que as cidades de Hanói e Miami façam parte do mapa do campeonato. 

 
A informação foi dada pela revista alemã 'Auto Motor und Sport'. De acordo com a publicação, é quase uma certeza que ambas as cidades farão parte do calendário. A conversa sobre uma etapa no país do sudeste asiático começou em janeiro e foi reforçada por Bernie Ecclestone nos últimos dias; quem revelou uma conversa séria entre Liberty e Miami foi o diretor-executivo Zak Brown, da McLaren, duas semanas atrás. Ambas as cidades terão provas em pistas de rua.
 
Para a capital vietnamita, a ideia é que se construa uma pista bem em seu coração. O plano é que a pista tenha mais de 5 km de extensão num desenho que já foi aprovado pela FIA.  Em Miami, por outro lado, a pista planejada tem 5,2 km e 17 curvas. Segundo a revista, é semelhante àquele utilizado em Baku e passa na porta do famoso arranha-céu do hotel Four Seasons
 
Com os novos donos da F1, o Liberty Media, o processo para desenvolver circuitos de rua foi alterado. Se na Era Ecclestone a F1 mandava o designer Hermann Tilke para desenvolver um projeto em novas cidades, agora o Liberty manda um grupo de arquitetos e engenheiros às possíveis novas sedes e decide pelo projeto mais atraente de traçado.
 
Depois disso, o diretor-técnico da FIA, Charlie Whiting, vai ao local para inspecionar a pista selecionada e o que é necessário em termos sobretudo de segurança. Quando Whiting der a luz verde, aí Tilke recebe o projeto para que execute-o.
A Fórmula E correu em Miami em 2014 numa pista de rua (Foto: FIA Fórmula E)

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Além de Hanói e Miami, Buenos Aires segue sendo uma forte possibilidade para 2019. A questão com a capital argentina é financeira. O autódromo Juan e Oscar Gálvez, que sediou o GP nacional diversas vezes entre 1972 e 1998, tem 15 traçados dentro de si. O desejo de promotores e da F1 é voltar àquele desenho que foi usado entre 1974 e 1981.

 
"O mais importante é tornar a pista mais interessante ao usar uma parte do circuito antigo e muito longo. Creio que isso é que faria essa uma súper pista da F1 se puder ser feita. O plano, ou o plano proposto, é fazer um circuito muito mais rápido do que usamos nos anos 1990", disse Whiting após visitar Buenos Aires em setembro do ano passado. "Tenho certeza que podem ter uma corrida em 2019".
 
Só que o traçado em questão precisa de obras importantes especialmente no que diz respeito à segurança, mas também na transformação da longa curva em 180° localizada entre as duas enormes retas do traçado em uma série de pequenas curvas, com a intenção de diminuir a velocidade. As obras são caras. 
GP da Argentina de 1996 (Foto: Forix)
De acordo com o empresário Arturo Rubinstein, que foi falou ao jornal inglês 'The Independent' como provável promotor da corrida, ele já assegurou quase R$ 100 milhões junto ao governo federal para efetuar a revitalização da pista.
 
A primeira novidade da Era Liberty é Paul Ricard, que volta a sediar um GP da França neste ano após dez anos de ausência. 

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