De olho em mercado local, diretor da F1 revela desejo de organizar duas corridas por ano na China

A F1 quer mais tempo, participação e negócios na China. O diretor de patrocínios globais, Murray Barnett, afirmou que a F1 quer, sim, uma segunda corrida no país. A questão no momento é encontrar um espaço no atribulado calendário

A F1 quer aumentar a participação e a estadia no mercado chinês. Após a resolução do Liberty Media no relatório anual de audiência de TV referente à 2018, onde colocava a China como uma das prioridades da F1, agora um dos nomes mais fortes da divisão de negócios declarou que a intenção é correr mais no país asiático.
 
Murray Barnett, diretor de patrocínios globais da F1, concedeu uma entrevista ao jornal local 'Xinhua' onde confirmou que um segundo GP na China é alvo da F1. Atualmente, há uma corrida, em Xangai, que acontece ainda no começo da temporada. 
 
Entretanto, como o calendário da F1 está em seu maior número de corridas da história [21] e já conta com um acerto para inaugurar uma nova etapa, no Vietnã, em 2020 [também há negociações para uma corrida em Miami], não é algo pensado para logo.
 
"Adoraríamos ter uma segunda corrida aqui. Provavelmente não a curto prazo, dado o quão congestionado o calendário está, mas iríamos amar ter outro GP aqui", disse.
Sergio Pérez (Foto: Force India)

"Estamos analisando um bom número de coisas diferentes pra tentar gerar mais interesse em bases locais. Não dá para ficar aqui [no país] somente os três dias do GP em Xangai", seguiu.

 
"Precisamos ter uma presença maior aqui durante o ano e ficarmos mais relevantes para realmente estabelecer uma grande base de fãs", encerrou.
 
O GP da China de 2019 está marcado para o dia 14 de abril.

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