Diretor da McLaren cita início tardio e avalia que Honda segue “três anos atrás de Mercedes, Ferrari e Renault”

Diretor da McLaren, Éric Boullier reconheceu que a Honda tem uma significativa defasagem em relação aos rivais na F1, especialmente por ter iniciado seu projeto dos motores V6 turbo três anos depois dos demais. O dirigente reconheceu que a escuderia de Woking não começou o ano da forma como gostaria

 

Diretor da McLaren, Éric Boullier avaliou que a Honda segue pagando pelo início tardio de seu projeto na F1. O dirigente lembrou que a fábrica nipônica decidiu voltar ao Mundial quando muitos de seus rivais já trabalhavam nos motores V6 turbo e teve de começar do zero.

 
Questionado pelo site oficial da F1 sobre qual a situação da McLaren às vésperas da segunda bateria de testes coletivos da pré-temporada 2017, Boullier admitiu o início de ano ruim, mas ainda não jogou a toalha.
Fernando Alonso ainda vai ter de esperar para ver os rivais pelo retorvisor (Foto: Steven Tee/LAT Images)

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“Ainda é cedo. Nós tínhamos expectativas um pouco mais altas indo para Barcelona, mas aí a semana não começou exatamente como gostaríamos”, disse Boullier. “Acho que tem um pouco mais de trabalho para ser feito no Japão para investigar o motivo de termos tido aqueles problemas: falhas que absolutamente não esperávamos e, com certeza, nem a Honda”, seguiu.
 
Mesmo assim, Boullier avaliou que o time está em uma situação “muito melhor” do que neste mesmo momento do ano passado.
 
“Para ser franco, não é bom o bastante para as nossas expectativas e as expectativas dos nossos fãs — depois de três anos”, reconheceu. “O motor está guiando a performance muito mais do que antes. No passado, quando você tinha uma diferença de 30, 40 ou 50 cavalos de potência, você compensava isso com um bom chassi”, recordou.
 
“Mas com essas unidades de potência, não falamos só sobre potência: falamos da qualidade da entrega, qualidade da recuperação, estratégia de acionamento — algo que não sabíamos no começo e só descobrimos no ano passado”, comentou. “E é onde a Mercedes ainda está à frente, porque eles estão descobrindo coisas antes de qualquer outro. E é por isso que você tem uma diferenciação de performance muito maior do que tinha no passado”, apontou.
 
Por fim, Boullier também foi claro ao apontar os problemas que afetam o propulsor Honda e reconheceu que as construtoras rivais estão bastante à frente.
 
“É que eles ainda estão três anos atrás em relação aos outros: Mercedes, Renault e Ferrari começaram em 2010. E todos esses três começaram com uma organização existente, já que os três já estavam fazendo motores para a F1”, lembrou. “Em 2013, a Honda decidiu voltar à F1 e começou do zero: em prédios vazios! Eles tiveram de comprar tudo — e encontrar as pessoas certas. Então, para ser justo, você tem fábricas que tiveram sete anos e ainda estão em dificuldades e a Honda, que começou quatro anos depois”, ponderou.
 
“Essas unidades são tão complicadas que você realmente tem de ser guiado pelo processo e ir passo a passo. Infelizmente, não há atalhos”, concluiu.

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