Diretor da McLaren defende padronização de partes do carro como forma de reduzir custos da F1

O diretor-executivo da McLaren, Zak Brown, tem a diminuição de custos da F1 como algo fundamental para o sucesso da categoria no futuro. E, embora ainda defenda o teto orçamentário, ele agora tratou de uma ideia que vem ganhando espaço entre as equipes: padronizar certas partes dos carros

 

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Desde que foi confirmado como diretor-executivo da Mclaren, Zak Brown tem sido bem claro quanto a ver como prioridade a diminuição de gastos na F1 – defendendo inclusive o teto orçamentário pensado pelo Liberty Media. Agora, no começo da era-pós-Bernie Ecclestone, Brown mantém a mesma opinião quanto ao teto, mas afirma que as equipes estão voltando a considerar padronizar certas partes dos carros para que a operação se torne mais barata.

 

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O Liberty Media e o novo chefe-esportivo da F1, Ross Brawn, têm deixado claro que a intenção é melhorar o espetáculo e simplificar o esporte. Neste sentido, o retorno das discussões sobre a padronização de partes faz sentido. E segundo Zak Brown, seria uma ótima saída.

 
"Algumas pessoas pensam que nós deveríamos padronizar certas áreas. Os times mostraram que são muito espertos. Não acho que dê para controlar os custos apenas controlando o que tem nos carros", disse. "Vamos encontrar outras áreas, com o túnel de vento sendo um ótimo exemplo: recuamos com ele e agora o orçamento da dinâmica de fluidos complexos explodiu. Dá para fazer um pouco disso, e acho que o consumidor sabe visivelmente como a suspensão é em nosso carro comparado ao da Williams, por exemplo", seguiu em entrevista à revista inglesa 'Autosport'.
 
"Então, acho que as coisas podem ser padronizadas para reduzir custos que não melhoram o espetáculo, e os fãs não reconhecem. Mas ainda acredito que precisamos de um teto orçamentário, que a maioria dos esportes têm", reafirmou.
Zak Brown é o novo diretor-executivo do Grupo McLaren (Foto: McLaren)
Já Ross Brawn, em entrevista à rádio inglesa BBC Radio 4, disse que as questão técnicas se tornaram grandes demais na F1 atual.
 
"O DNA da F1 é sempre uma justiça ao elemento técnico. E, creio, isso é saudável, há necessidade para os carros serem diferentes e também para os fãs seguirem a competitividade cíclica dos diferentes times. Mas está além da conta no momento, então temos que analisar isso e ver como voltamos atrás, porque a margem entre ponta e fim do grid hoje é dramática", exclamou.
 
"Sem dúvidas, teremos toda uma lista de objetivos, e uma delas é permitir que times pequenos se mantenham nos próprios pés. Isso, em primeiro lugar, envolve pagar aos clubes; depois, acabar com o custo para ir correr; e, por fim, ajudar num bom espetáculo. Não podemos mexer nas verbas dadas às equipes por alguns anos, até que o acordo comercial seja revisado. Mas, nos custos para os times, acho que o detentor dos direitos comerciais tem uma visão válida em tentar assegurar recuado", encerrou.
 
As decisões desta nova fase da F1 serão tomadas por Brawn ao lado do diretor-executivo Chase Carey e o chefe-comercial Sean Bratches.
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