F1

Diretor da Renault adota discurso otimista sobre desenvolvimento do novo motor: “Está tudo correndo bem”

Segundo Cyril Abiteboul, diretor geral da Renault, a expectativa é que 2016 seja um ano muito mais positivo para a marca no que diz respeito ao motor, grande ‘pedra no sapato’ da Red Bull e da Toro Rosso na temporada passada. O engenheiro francês mostrou otimismo no desenvolvimento da nova unidade de potência

Warm Up / Redação GP, de Sumaré
A Renault tem em sua galeria de troféus nada menos do que 23 títulos mundiais de F1 conquistados como fornecedora de motor, sendo 12 de Construtores e 11 de Pilotos. No entanto, a montadora francesa viveu tempos difíceis, sobretudo em 2015, quando sua unidade híbrida de potência apresentou muitos problemas de confiabilidade, deixando na mão Red Bull e Toro Rosso, abrindo uma crise que quase culminou com a saída da marca taurina do grid. Tempos passados, garante Cyril Abiteboul, diretor geral da Renault, que mostra confiança em um 2016 mais positivo para a marca, que volta a ter neste ano sua equipe de fábrica na F1.
 
“Está tudo correndo bem”, garante o engenheiro francês em entrevista veiculada pelo site ‘F1i.com’. “Nós temos algumas coisas boas em curso, algo que vai levar algum tempo para ser implementado e vermos isso em pista, mas nós temos coisas muito, muito boas a caminho agora”, falou Abiteboul, demonstrando otimismo com o novo projeto. Entretanto, Daniel Ricciardo, da Red Bull, segue em dúvida sobre o verdadeiro potencial do novo propulsor.
Cyril Abiteboul é diretor da Renault (Foto: Getty Images)
Em 2016, a Renault vai equipar duas equipes: além do próprio time de fábrica, a marca de Viry-Châtillon vai empurrar os carros da Red Bull. Contudo, no caso da equipe tetracampeã do mundo, a marca a ser estampada na unidade de potência é da nova patrocinadora TAG Heuer.
 
O objetivo, acima de tudo, é tentar aprender com os erros cometidos no ano passado, e isso implica mudanças de alguns conceitos.
 
“Sabemos onde nós precisamos trabalhar. Já era a mesma área onde nós estávamos trabalhando de forma intensa para mudar para este ano. Não é exatamente o mesmo conceito, mas o mesmo tipo de geografia do motor”, finalizou.
 
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