Diretor da Renault festeja chegada do Liberty Media e já pede mudanças no formato dos GPs da F1

A chegada do Liberty Media ao comando da F1 traz a esperança de um esporte renovado e mais dinâmico para um futuro próximo. É nisso que acredita Cyril Abiteboul, diretor-geral da Renault. O francês não esconde o desejo de ver a categoria evoluindo de forma significativa os finais de semana de GP

 

A destituição de Bernie Ecclestone do comando da F1 e a chegada do Liberty Media como piloto dos novos rumos da categoria traz uma aura de esperança e expectativa sobre o futuro do esporte como um todo. A filosofia norte-americana do grupo que colocou Chase Carey como novo presidente do Formula One Group e determinou Sean Bratches como diretor comercial e Ross Brawn no comando esportivo do negócio faz com que muitos envolvidos na F1 esperem por novos e bons tempos. É nisso que também acredita Cyril Abiteboul, diretor-geral da Renault.

 
Na visão do executivo francês, chegou a hora de a F1 revisar e evoluir de forma significativa o formato do fim de semana de GP. Há tempos que as sextas-feiras são ocupadas por dois treinos livres, em sua maioria pouco movimentados e atraentes, com mais uma sessão no sábado pela manhã, tendo o treino classificatório à tarde, e o fim de semana se encerrando no domingo com o GP propriamente dito.
Cyril Abiteboul, diretor da Renault, é favorável às mudanças no formato de GP da F1 (Foto: Xavi Bonilla/Grande Prêmio)
Com a saída de Bernie Ecclestone, alvo de ironia por parte da Renault, sugerindo a imagem de um dirigente antiquado em sua conta no Twitter, a nova F1 se mostra mais aberta às novidades. Ross Brawn e Chase Carey buscam opções para deixar o esporte mais atraente para todos: pilotos, equipes, patrocinadores e, principalmente, os fãs, seja nos autódromos ou mesmo os espectadores, nas TVs e nas mídias sociais.
 
Embora não tenha sugerido quais mudanças gostaria de ver no formato da F1, Abiteboul disse que vai esperar e ver como o Liberty Media vai abordar o assunto.
 
“Vamos lhes dar alguns meses para analisar, refletir e moldar o formato dos GPs antes de expressar nossa opinião sobre o tema. Não temos mais palavras a dizer, a não ser que as coisas mostram que a F1 está no rumo certo. O formato dos GPs, com uma jornada de sexta-feira que não serve de muita coisa, também tem de melhorar”, salientou o dirigente em entrevista à revista francesa ‘Auto Hebdo’.
 
Além da questão do entretenimento, a modificação do formato, com mudanças sobretudo nas sextas-feiras de finais de semana de GP diz respeito também aos custos, sempre altos, da F1. “Precisamos pensar sobre isso porque já existem coisas suficientes para impulsionar a F1, que não precisa gastar dinheiro ou exigir das estruturas das equipes”, finalizou.
 
A F1 chegou a estudar a mudança do formato de disputa em 2016, mas não necessariamente na sexta-feira. Em 2016, o Grupo de Estratégia se reuniu e debateu uma mudança que tornaria o terceiro treino livre em uma sessão classificatória que definiria o grid para a corrida de classificação, com os dois eventos no sábado. E a ordem de chegada desta corrida definiria o grid de largada do GP propriamente dito, no domingo. Entretanto, a proposta acabou sendo rejeitada, com o formato habitual prevalecendo até hoje.
 
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