Diretor da Williams confirma testes ao longo do ano e diz que Kubica ainda tem chance de virar titular na F1. Em 2019

Diretor-técnico da Williams, Paddy Lowe afirmou que ainda existe uma possibilidade de Robert Kubica voltar a ser titular. E em 2019. Neste ano, o polonês retorna à F1, mas no papel de piloto reserva e de desenvolvimento da equipe inglesa

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O retorno de Robert Kubica ao posto de titular na F1 ainda pode acontecer. E em 2019. Quem assegura é Paddy Lowe, diretor-técnico da Williams. O polonês de 33 anos vai assumir o cargo de reserva e piloto de desenvolvimento na equipe inglesa nesta temporada.

 
Kubica sofreu um grave acidente em 2011, durante uma disputa de rali, e acabou forçado a se afastar do Mundial. Após uma impressionante recuperação, Robert voltou ao esporte, mas ainda guiando em competições off-road. No início do ano passado, intensificou os treinamentos com o objetivo de voltar ao Mundial. Fez testes pela Renault e chegou a acertar com a esquadra de Grove, mas quem ficou com o cockpit foi o novato Sergey Sirotkin, depois as atividades de pós-temporada em Abu Dhabi. O russo entrou no páreo pela vaga no time ao oferecer também um pacote financeiro mais atrativo.
Robert Kubica ao lado de Rob Smedley em Abu Dhabi (Foto: Sky Sports/Twitter)

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"A situação de Robert era especial: era necessário avaliar suas habilidades em uma F1 diferente após o acidente que sofreu em 2011", afirmou Lowe ao portal russo 'Championat'.

 
"Organizamos um programa de testes, tanto para explorar as possibilidades quanto continuar esse processo. Como nosso piloto reserva, ele vai participar de alguns testes e vamos ver aonde isso pode nos levar", completou.
 
Ao ser questionado se o competidor é candidato ao uma vaga de titular no ano que vem, o engenheiro respondeu: "Sim."
 
O dirigente revelou ainda que a Williams tinha uma lista de seis pilotos para o lugar deixado por Felipe Massa. "Não quero comparar Sergey com Robert ou com outros, mas consideramos cinco ou seis pilotos. Alguns candidatos eram menos óbvios e não precisávamos testá-los porque sabíamos muito sobre eles por conta de suas performances na F1. Mas, de acordo com a nossa análise, Sergey era uma escolha óbvia e baseada em sua velocidade", contou.
 
"Analisamos muito, mas Sergey imediatamente mostrou suas habilidades e os engenheiros perceberam que estavam trabalhando com um piloto especial", acrescentou Paddy.

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