Diretor-esportivo vê trinca de GPs como “medida de emergência” por final da Copa e avisa: “Não queremos repetir”

Diretor-esportivo da F1, Ross Brawn avaliou que a Copa do Mundo de 2018 resultou em um “problema bastante incomum”, o que forçou a FIA (Federação Internacional de Automobilismo) a colocar três corridas em sequência. O dirigente, porém, avisou que isso não vai se repetir no futuro

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Diretor-esportivo da F1, Ross Brawn não quer que a sequência de três provas seguidas se torne uma constante. Em 2018, quando o calendário passa a contar com 21 provas, os GPs de França, Áustria e Inglaterra vão acontecer em fins de semana seguidos entre 25 de junho e 8 de julho.
 
Falando à emissora alemã Sky, Brawn reconheceu que o calendário vai ser difícil para o pessoal que trabalha na F1 e afirmou que não quer repetir a receita deste ano, formulada por conta da Copa da Rússia.
Paul Ricard vai abrir a inédita trinca no calendário da F1 (Arte: Divulgação)

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“A Copa do Mundo nos apresentou um problema muito incomum”, disse Brawn. “A final acontece durante a tarde e seria muito injusto ter uma corrida naquele fim de semana”, avaliou.
 
“Nós só poderíamos resolver este problema tendo três corridas em sequência, mas isso não é algo que queremos repetir no futuro”, destacou. “Foi uma medida de emergência”, concluiu.
 
FIM DE UMA GERAÇÃO

GIAFFONE: “BRASIL TEVE SORTE POR TER PILOTOS POR TANTO TEMPO NA F1”

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