Dono da Sauber nega tratamento diferente aos pilotos e reclama de ‘rumores’: “Atitude desprezível”

Para Pascal Picci, dirigente do grupo financeiro que comprou a Sauber em 2016, as informações sobre preferência a Marcus Ericsson em detrimento de Pascal Wehrlein não passam de rumores. Picci reclama de notícias que teriam como objetivo “demolir” a escuderia suíça

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A semana foi intensa para a Sauber. Novas informações indicaram que Marcus Ericsson virou o primeiro piloto da equipe, em detrimento de Pascal Wehrlein. Essa disputa interna levou à saída de Monisha Kaltenborn, que não concordava com o tratamento diferente. Mas, para os novos donos da equipe, tudo é um grande mal-entendido: Pascal Picci, diretor executivo do grupo Longbow Finance que comprou a Sauber, afirmou que as informações não passam de rumores.
 
“Preciso, uma vez mais, negar essa história de que existe uma diferença de opiniões a respeito do gerenciamento dos pilotos. Isso é um golpe baixo, deixou uma imagem ruim sobre nós. Foi uma ação negativa construída em torno do Marcus [Ericsson] e da equipe com a intenção de nos demolir”, apontou Picci.
 
“Se o sueco [Ericsson] ficar mais forte e aparecer na frente do Pascal [Wehrlein] na classificação, aí muitos vão dizer que isso só aconteceu porque ele tem um carro melhor. Essa é uma atitude desprezível, e potencializada por rumores que alguém fez circular”, lamentou.
 
A informação oficial da Sauber é de que Monisha deixou o cargo por conta de “visões divergentes em relação ao futuro da companhia”. Os motivos exatos não foram detalhados no comunicado.
A Sauber diz que não vai tratar os pilotos de forma diferente (Foto: Sauber)

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O debate sobre os pilotos pode ser irritante para Picci, mas isso não significa que a Sauber é um amontoado de notícias ruins. O empresário destaca o “potencial tremendo” da equipe, que pensa em reaproveitar a estrutura construída pela BMW – parceira da Sauber entre 2006 e 2009.
 
“Hinwil tem um potencial tremendo, e nosso objetivo principal é maximizar isso. Queremos aproveitar a grande tecnologia que ainda temos na fábrica. Muitos já esqueceram, mas a BMW trouxe investimentos financeiros e tecnologia de ponta para Hinwil. É natural e desejável que a gente queira reativar isso tudo. A Sauber vai virar uma pérola no campo das tecnologias do automobilismo, tanto na Suíça quanto no mundo”, concluiu.
 
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