Ecclestone diz que F1 "precisa dos EUA" e que América e Europa deveriam ter mesmo número de GPs

Às vésperas de tentar, mais uma vez, conquistar o mercado norte-americano, Bernie Ecclestone voltou a destacar a importância que os Estados Unidos têm para o esporte

Especial GP dos Estados Unidos
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A F1 nunca foi o esporte mais apreciado pelo público norte-americano, mas o sonho de fazer a América sempre esteve vivo. Talvez o principal entusiasta disso seja Bernie Ecclestone, detentor dos direitos comerciais da categoria máxima do automobilismo. Mas, para o dirigente, consolidar a F1 nos Estados Unidos é mais do que um desejo ou um sonho, é uma necessidade.

“É um Campeonato Mundial, então você precisa dos Estados Unidos”, declarou Ecclestone à agência de notícias alemã ‘DPA’. Além do retorno do GP dos EUA, a F1 também deve ter em seu calendário, em 2014, o GP da América, em Nova Jersey, com a cidade de Nova York como pano de fundo.

(Foto: Red Bull/Getty Images)

Para o todo-poderoso da F1, é muito importante para o circo disputar mais provas do lado de cá do Oceano Atlântico: “A América é tão grande quanto a Europa, então nós deveríamos ter o mesmo número de corridas [em cada continente]”.

Dos 19 GPs confirmados para a temporada 2013 do Mundial de F1, apenas sete acontecerão na Europa (Espanha, Mônaco, Inglaterra, Alemanha, Bélgica e Itália). Na América, serão três (Canadá, Estados Unidos e Brasil – no passado, México e Argentina foram outros países americanos que receberam a categoria). A Ásia é o continente que mais terá corridas no ano que vem, oito (Malásia, China, Bahrein, Japão, Coreia, Índia, Cingapura e Emirados Árabes Unidos). A Oceania, por sua vez, tem uma, a abertura do campeonato, em Melbourne, na Austrália.

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