Ecclestone revela interesse em levar F1 à África do Sul e descarta retorno da França ao calendário: “Não há um bom circuito”

Bernie Ecclestone esnobou praças como Magny-Cours e Paul Ricard e afirmou que a França não tem um bom circuito para voltar a receber a F1. Dirigente revelou desejo de levar Mundial de volta à África do Sul, por onde não passa desde 1993

Bernie Ecclestone não tem planos de levar a F1 de volta à França. Falando à emissora inglesa Sky Sports, o dirigente máximo do Mundial avaliou que o país governado por François Hollande não tem um bom circuito para receber a categoria.
 
Apesar de o número de franceses no grid ter aumentado nos últimos anos, com Romains Grosjean, Jules Bianchi e Jean-Éric Vergne assumindo vagas titulares, a França não recebe a F1 desde 2008.
Bernie Ecclestone ainda pensa em levar a F1 para a África do Sul (Foto: Getty Images)

Depois de deixar o calendário em 2008, Magny-Cours voltou a receber carros da F1 em dezembro de 2012 para uma bateria de três dias de testes destinada a jovens pilotos. 

 
 “Não há um bom circuito na França”, criticou Ecclestone. “Nós deixamos a França porque não funcionava para ninguém. A França poderia conseguir apoio para receber uma corrida, mas onde é, ninguém está animado com isso”, avaliou.
 
Neste ano, a F1 vai voltar ao México após uma ausência de 20 anos e, pela programação vazada do ano que vem, o calendário de 2016 terá a inclusão de uma prova no Azerbaijão. Ainda assim, Ecclestone segue com planos de tornar o esporte ainda mais global.
 
“Eu gostaria de ter uma corrida na África do Sul”, contou. “Tem outros lugares na América — estou desapontado por não termos conseguido a corrida de Nova Jersey, mas talvez consigamos. Acho que vai aconteceu”, opinou.
 
O GP da América, que seria realizado nas ruas de Nova Jersey com a ilha de Manhattan como cenário, entrou no calendário provisório de 2013 e 2014, mas acabou sendo cancelado nas duas oportunidades por falta de verba dos promotores.

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