Em trabalho silencioso, Ferrari impressiona por velocidade e consistência na busca por desafiar Mercedes

A Ferrari mudou sua estratégia e decidiu apostar nos talentos da casa, o que parece ter sido um enorme acerto, dada a boa impressão deixar pelo novo carro nestes dois primeiros dias de testes. A equipe vermelha andou mais que a Mercedes e, de fato, parece mais próxima dos alemães

 

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Às vezes, o silêncio é a melhor arma, e parece que é o caso com a Ferrari neste início de 2017 na F1. A equipe optou por calar seus pilotos nos dois primeiros dias de testes em Barcelona e apenas se concentrou no trabalho. Adotando uma postura bastante metódica durante as atividades catalã, a esquadra mais tradicional do grid surpreendeu e parece, de fato, ter acertado a mão da sua SF70H na busca por enfim tentar desafiar a poderosa Mercedes

 
Isolada, a escuderia vermelha foi à pista hoje com um Kimi Räikkönen febril, mas que não poupou esforços ao longo das nove horas de atividades na Catalunha. O finlandês andou por mais de 100 voltas em um ritmo forte, consistente e veloz. De verdade, a nova criação de Maranello parece um modelo bastante equilibrado – diferente de seu antecessor, que se mostrou um tanto errático ao longo de 2016. 
 
Uma observação mais atenta do comportamento do carro na pista mostrou que o campeão de 2007 pilotou a nova Ferrari como quis, atacando as curvas e revelando grata estabilidade, evidenciando o bom acerto aerodinâmico dos italianos dentro dos novos regulamentos.
Kimi Räikkönen foi o homem da Ferrari nesta terça em Barcelona (Foto: Twitter/Ferrari)

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Dessa forma, Räikkönen conseguiu se impor à tarde – assim como Sebastian Vettel fizera durante grande parte do dia de ontem. E ao contrário do que acontecera no ano passado, quando a Ferrari optou por rodar muito com os compostos mais macios da Pirelli e até chegou a passar uma imagem ilusória de um desempenho melhor, agora o time parece ter uma estratégia diferente. E isso é também reflexo da decisão da equipe em manter o projeto nas mãos dos talentos da casa, sob a direção de Mattia Binotto, além da opção em permanecer com a dupla de pilotos do último ano. 

 
Dessa forma, Kimi chegou a rodar em cima dos pneus médios, mas foi com os macios que conseguiu seu melhor tempo da sessão, 0s023 mais veloz que Lewis Hamilton – o segundo do dia. Só que o inglês conseguiu a marca usando os supermacios, em uma tática também diferente da Mercedes – que tradicionalmente prefere os compostos mais duros. 
 
Em que pesem as configurações diferentes e as cargas de combustível distintas, a Ferrari chega em 2017 com um desempenho mais realista, digamos. Os italianos ainda não tiveram problemas de nenhuma espécie e vem esbanjando confiabilidade. É claro que alguém vai lembrar que eles fizeram o mesmo no ano passado, e é verdade. Ou que ainda é cedo para falar, mas a realidade é que o time parece agora se entender e começa a se beneficiar de uma nova forma de trabalho.
 
A Mercedes também impressiona, é claro. Os alemães, na verdade, parecem mais preocupados em compreender uma situação toda de corrida. Hoje, completaram uma simulação completa, testaram pelas aerodinâmicas e seguem estudando a eficiência da asa em ‘T’ dupla. Mas é preciso dizer que a Ferrari está mais perto, se vai estar em Melbourne, ainda é uma questão sem resposta. 
 
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