Empolgado com evolução nas últimas etapas, chefe da Honda vê performance de motor “muito próxima” da Renault

Yusuke Hasegawa entende que a performance do motor Honda melhorou bastante ao longo do ano, mas, principalmente, a confiabilidade vem se tornando cada vez maior com a adoção da chamada especificação 3, desde o GP do Azerbaijão. O chefe de projeto da marca de Sakura destacou a mudança de conceito do motor, aproximando a Honda não só da Renault, mas também de Ferrari e Mercedes

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Restando quatro corridas para o fim da fracassada parceria com a McLaren, a Honda enxerga uma luz no fim do túnel para o futuro. A notória evolução no motor, comprovada com a melhora no desempenho de Fernando Alonso e Stoffel Vandoorne nas últimas provas da temporada, empolgam Yusuke Hasegawa. O chefe de projeto da marca de Sakura para a F1 entende que não apenas a performance, mas sobretudo a confiabilidade evoluíram muito, a ponto de ver o desempenho global da unidade de potência cada vez mais próximo ao da Renault.

 
Desde o GP do Azerbaijão, quando a Honda trouxe a chamada especificação 3 do seu motor, as quebras tornaram-se cada vez mais raras, ainda que a performance ainda estivesse num patamar inferior em relação às outras fabricantes, como Renault, Mercedes e Ferrari. Mas as novas evoluções permitiram que Alonso e Vandoorne entrassem com mais frequência no Q3 no grupo dos dez mais rápidos dos treinos classificatórios. O belga encaixou dois sétimos lugares seguidos, nos GPs de Singapura e da Malásia.
 
Embora saiba que ainda há muito por vir, Hasegawa mostra satisfação com o crescimento alcançado pela Honda, prestes a equipar a Toro Rosso pelas próximas três temporadas na F1.
Hasegawa entende que o motor que empurra a McLaren está cada vez mais perto do nível da Renault (Foto: Xavier Bonilla/Grande Prêmio)
“Desde o começo da temporada, nós viemos melhorando a unidade de potência, não somente em termos de performance, mas também em confiabilidade. Desde que introduzimos a especificação 3.5 do motor, acho que o nível de desempenho é muito próximo ao da Renault”, comentou o engenheiro japonês em entrevista à revista britânica ‘Autosport’.
 
“Não posso dizer que é melhor que a Renault, mas o importante é que a confiabilidade é muito melhor”, destacou Hasegawa. “Ainda não estamos próximos o bastante, mas a diferença é muito menor na comparação com o ano passado e o primeiro ano”, complementou Yusuke.
 
Uma das razões para a melhora da Honda, na visão do chefe do projeto, foi a mudança no conceito em relação às duas últimas temporadas. Para a atual temporada, a fábrica de Sakura optou por um projeto mais parecido com os das outras fornecedoras da F1. E é com esse conceito que a Honda vai continuar no ano que vem, quando confia em alcançar as rivais.
 
“Não há dúvidas sobre esse conceito atual. Nós escolhemos adotar um conceito muito parecido com o da Renault, Ferrari e da Mercedes. Não há motivos para que nós não possamos alcançar o mesmo nível de performance com o conceito atual”, disse.
 

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A respeito do problema — um vazamento hidráulico — no motor de Alonso no último fim de semana em Suzuka, que resultou na troca de todos os componentes de motor e da punição no grid — perda de 35 posições —, Hasegawa se mostrou bastante frustrado, sobretudo por ter acontecido na casa da Honda. Mas a fábrica analisou e entendeu que a falha não foi tão grave, o que foi, de certa forma, até um alívio, na visão do dirigente.

 
“Tivemos um problema na sexta-feira, mas não foi um problema fundamental no motor de combustão interna (ICE). A equipe pode se concentrar nos acertos para o fim de semana, o que é muito positivo”, concluiu o engenheiro.
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