F1
07/08/2018 10:06

Ericsson afirma pilotar “melhor do que nunca” em 2018, mas mira progresso na classificação

Marcus Ericsson acredita que recuperou a forma para pilotar o seu melhor novamente. Mas deixou bem claro que ainda tem um ponto muito específico para melhorar no ano: as classificações
Warm Up / Redação GP, de São Paulo
 Marcus Ericsson (Foto: Sauber)
Marcus Ericsson acredita nunca ter pilotado tão bem quanto na temporada de 2018. O sueco está contente com o seu desempenho, embora reconheça que ainda há pontos para melhorar, principalmente nas classificações. Ainda assim, os resultados obtidos no ano são suficientes para que o piloto acredite que possa seguir em evolução na segunda metade do campeonato.
 
Depois de passar 2016 e 2017 sem marcar nenhum ponto na F1, Ericsson caminha para o retorno à forma na tabela. O #9 acumulou cinco pontos em três ocasiões dentro do top-10 - dois nonos lugares e um décimo -  além de outras duas oportunidades em que terminou muito perto da pontuação. E o próprio sueco reconhece que tem sido um ano melhor, admitindo que nunca conseguiu guiar tão bem quanto agora.
 
"Acho que me desenvolvi como piloto ao longo dos anos. Tem sido difícil mostrar isso por conta da falta de desempenho que tive nas últimas temporadas, mas eu sinto que este ano tenho mostrado um bom nível na minha pilotagem e que tenho pilotado melhor do que nunca. Eu ainda sinto que posso melhorar, especialmente aos sábados. Preciso encontrar uma maneira de melhorar meu desempenho de classificação, porque eu acho que, então, minhas corridas serão ainda melhores", afirmou ao site ‘Crash.net’. 
Ericsson soma cinco pontos em três corridas no top-10 (Foto: Beto Issa)
A Sauber ocupa a nona posição no Mundial de Construtores, com 18 pontos. Dentre estes, a maioria foi conquistada por Charles Leclerc, novato companheiro de Ericsson que vem desempenhando um papel importante para a sua carreira na temporada. O sueco sabe da pressão que sofre estando ao lado do protegido da Ferrari, mas garante que é um incentivo para melhorar ainda mais.
 
"Eu acho que é uma combinação de coisas. Uma é como o carro vai em uma volta, eu sofro um pouco com as sensações, especialmente com a parte de trás do carro, que eu sinto que está um pouco ‘nervosa’. Trabalhamos nisso com os ajustes e também com as atualizações, para ver se podem nos ajudar", acrescentou.
 
"Eu acho que é também uma questão de confiança, porque quando você vai mal na classificação, isso afeta a sua confiança e você tem que trabalhar muito duro para sair dela. Se eu tivesse uma boa classificação, isso ajudaria muito também. Sigo trabalhando nisso e não escondo: é uma das coisas que eu preciso melhorar. Acho que é importante e vou me certificar de trabalhar para mudar isso”, encerrou.