Exultante com resultado no Bahrein, chefe da Toro Rosso já espera “nova era de sucesso” ao lado da Honda

O clima foi de muita festa nos boxes da Toro Rosso após Pierre Gasly cruzar a linha de chegada do GP do Bahrein num incrível quarto lugar, obtendo o melhor resultado da Honda desde que regressou à F1, em 2015. Franz Tost acredita que novos e bons tempos estão mesmo por vir

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Duas semanas depois de abandonar o GP da Austrália em virtude de uma falha no motor, Pierre Gasly foi à glória no Bahrein e cruzou a linha de chegada na incrível quarta colocação no último domingo (8). Foi o melhor resultado do novato francês da Toro Rosso na sua curta carreira na F1 e, também, o ponto mais alto da Honda desde que regressou à F1, em 2015. Até então, os melhores resultados eram três quintos lugares com Fernando Alonso, na McLaren.

 
A euforia nos boxes da equipe de Faenza em Sakhir pelo resultado de Gasly foi uma mistura de empolgação e esperança em dias ainda melhores ao lado da nova parceira. 
 
Franz Tost, chefe da equipe italiana, acredita muito nisso. “Não me atrevo a sonhar. Mas espero que esteja chegando uma nova era de sucesso para a Toro Rosso, Honda e Red Bull”, destacou o austríaco em entrevista veiculada pela agência de notícias GMM.
Festa na Toro Rosso com o quarto lugar de Pierre Gasly no Bahrein (Foto: Getty images/Red Bull Content Pool)
A boa impressão deixada pelo desempenho do motor Honda numa pista que é bem mais exigente em termos de potência que a Austrália faz com que seja natural ligar a montadora japonesa como possível nova fornecedora da Red Bull em 2019. Mas Tost prefere nem especular a respeito. “Isso depende da Red Bull. Não temos nada a fazer a respeito da sua decisão”.
 
Por sua vez, Christian Horner, chefe da Red Bull, parabenizou tanto a equipe B como a montadora de Sakura pelo resultado e pelo que já conseguiram alcançar em apenas duas etapas nesta temporada. “Felicidades à Toro Rosso e à Honda. Depois de Melbourne, é incrível ver que são rápidos e confiáveis”.
 

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Foi natural, também, que os pilotos da McLaren, antiga parceira da Honda, fossem questionados sobre o resultado de Gasly, que terminou à frente de Fernando Alonso, sétimo, e Stoffel Vandoorne, oitavo colocado no Bahrein. O espanhol, quando questionado se sua equipe poderia estar arrependida de ter encerrado o casamento com a Renault, foi seco: “Não”.

 
Mas Vandoorne reconheceu os méritos da fábrica japonesa. E entende que a McLaren, mesmo estando em terceiro no Mundial de Construtores, precisa ainda evoluir. “A Honda fez um magnífico trabalho e deu um grande passo à frente. Agora depende de nós alcançá-los”, destacou o belga.
CEDO DEMAIS?

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