F1

Falsas promessas da Renault agravaram frustração e desgastaram relação em 2015, diz chefe da Red Bull

Christian Horner, chefe da Red Bull, afirmou que o desgaste do relacionamento entre a equipe austríaca e a Renault em 2015 se deveu às falsas promessas feitas pela montadora francesa, que não conseguiu produzir um motor competitivo o suficiente para bater a Mercedes

Warm Up / Redação GP, de Curitiba
Chefe da Red Bull, Christian Horner afirmou que parte das dificuldades no relacionamento entre a equipe tetracampeã e a Renault na temporada passada na F1 se deveu às falsas promessas feitas pela montadora francesa.
 
Por conta da falta de desempenho e confiabilidade das unidades gaulesas, a esquadra comandada por Horner decidiu romper os laços com a Renault em 2015 e foi atrás de motores mais competitivos como os da Mercedes e da Ferrari. 
 
Sem sucesso, a Red Bull ainda tentou a Honda, mas acabou mesmo tendo de fechar um acordo com a própria Renault. O time austríaco vai usar os motores franceses, mas preparados por outra empresa, a Ilmor. As unidades também foram batizadas com a marca patrocinadora da equipe, a Tag Heuer.
Christian Horner é o chefe da Red Bull (Foto: Getty Images)
"A Mercedes fez um ótimo trabalho com seu motor, mas, em 2014, nos dias em que eles cometeram erros, nós conseguimos aproveitar as oportunidades", afirmou o inglês em entrevista ao 'Motorsport-Total.com'.
 
"A Ferrari e a Renault estavam perto o suficiente em termos de performance naquele ano. Mas o problema que tivemos em 2015 foi que, depois de três vitórias em 2014, a Renault nos prometeu um motor capaz de alcançar a Mercedes. As expectativas eram muito altas."
 
"Quando você é uma equipe ambiciosa como a nossa, só quer saber de vencer e se a vitória não vem, então é frustrante demais. E foi ainda mais decepcionante porque não tínhamos qualquer controle com relação ao motor", acrescentou.
 
"Tivemos alguns problemas no carro no início do ano, mas conseguimos reparar todos os danos. O chassi sempre foi muito bom. E isso se comprova pelo nosso rendimento em pistas como Hungria, Cingapura e Mônaco. Ou mesmo no segundo setor em Spa-Francorchamps. Ou seja, traçados em que o motor não é tão decisivo", completou o dirigente.
 
A Red Bull fechou a temporada 2015 na quarta colocação entre os Construtores, com 187 pontos, 516 a menos que a campeã Mercedes.
 

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Publicado por Grande Prêmio em Quarta, 27 de janeiro de 2016

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