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F1

FIA alerta contra “guerras territoriais” no segundo semestre e pede união às categorias

Graham Stoker, vice-presidente da entidade, alertou com a possibilidade de brigas pelas praças de realização de corridas e cogitou até mesmo juntas diferentes categorias no mesmo final de semana

Grande Prêmio / Redação GP, de São Paulo
A FIA quer evitar que tenham brigas pelas praças de eventos quando o esporte a motor retomar as atividades. Graham Stoker, vice-presidente da entidade, apontou que o principal, no momento, é apenas conseguir fazer com que as corridas aconteçam.
 
As principais categorias mundiais estão trabalhando para conseguir entregar a temporada 2020. A Fórmula 1, por exemplo, planeja abrir o campeonato no GP da Áustria, no final de semana de 5 de julho. Outros autódromos também estudam receber etapas com portões fechados.
 
“Vai ser um ambiente muito competitivo e potencialmente muito cheio, e é dessa maneira que temos de torcer para ser. Queremos ver o retorno do ambiente do esporte a motor enormemente vibrante e diversificado ao qual estamos acostumados”, falou a AUTO, revista da FIA.
 
“Entretanto, vai ser necessário um gerenciamento muito cuidadoso. Quando analisamos as coisas como o Código Esportivo Internacional e o calendário esportivo internacional, a abordagem tem de ser flexível”, continuou.
A F1 planeja começar a temporada no Red Bull Ring (Foto: Ferrari)
“É crucial que priorizemos a realização dos eventos. O que seria contraproducente seria entrar em uma guerra por territórios. Não vamos nos envolver em disputas sobre quem tem cada vaga e quais acordos podemos especificar. Essa abordagem não vai funcionar”, completou.
 
Stoker ainda apresentou a possibilidade de categorias trabalharem juntas, criando finais de semana com grandes eventos. “A grande prioridade é fazer o automobilismo acontecer novamente e se isso significa alguns ‘superfinais de semana’ com múltiplos eventos acontecendo, em cooperação e com flexibilidade, então, por que não?”, indagou.
 
“Colocar em funcionamento eventos de base ou de nível nacional médio, para que a confiança volte, é muito importante. O automobilismo precisa se unir, e precisamos ter a flexibilidade em termos de eventos e locais, e pensar fora da caixa, a fim de fazer as coisas voltarem de uma maneira espetacular que obviamente vai atrair o público”, seguiu.
 
“Também devemos demonstrar que o esporte a motor segue relevante e uma influência positiva, por meio de mensagens e ações”, concluiu.
 

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