FIA endurece regras para obtenção da superlicença para participação nos treinos livres de sexta-feira da F1

Como forma de limitar a participação de jovens pilotos nos treinos livres de sexta-feira, a FIA decidiu restringir os critérios para obtenção da superlicença. Agora, será necessário 25 pontos ou ao menos seis corridas na F2

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A FIA (Federação Internacional de Automobilismo) revisou as regras para obtenção da superlicença – documento obrigatório para correr na F1 – e decidiu restringir ainda mais a participação de jovens pilotos nos treinos livres da maior das categorias ao longo da temporada.

 
A partir de 2018, somente os pilotos que somarem 25 pontos para a superlicença ou que tenham feito ao menos seis corridas da F2 serão autorizados a fazer parte das sessões livres de sexta-feira pela primeira vez.
Alfonso Celis Jr. foi um dos novatos que mais andou às sextas-feiras neste ano (Foto: Force India)
Anteriormente, os jovens competidores tinham apenas de cumprir "300 km em um carro de F1 durante dois dias e concluir com sucesso uma sessão de perguntas sobre os pontos mais importantes dos regulamentos esportivos e técnicos do Mundial", para receber a permissão para andar nas atividades dos finais de semana.
 

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Agora, os pilotos que reaplicam para uma segunda sessão devem comprovar a participação em uma temporada completa da F2 ou somar 25 pontos da superlicença em um período de três anos. Assim, dentro das novas regras, um piloto como o mexicano Alfonso Celis Jr., que neste ano correu em três sextas-feiras, não poderia obter a superlicença. 
 
A FIA vem tornando a obtenção do documento mais difícil desde que Max Verstappen estreou na F1 aos 17 anos, em 2015. Além disso, a entidade vem criando formas para fazer com que a F2 se vire um caminho obrigatório para alcançar a F1.

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