F1 define como “muito positiva” reunião com montadoras para próxima geração de motores

A FIA e a Fórmula 1 tiveram uma reunião com as montadoras atuais do grid da categoria, além de Porsche e Audi. O objetivo foi discutir os futuro da unidade de potência, que serão introduzidos em 2025

A Aston Martin não perdeu a chance de zoar Sebastian Vettel após a eliminação da Alemanha na Eurocopa (Vídeo: Aston Martin)

A FIA (Federação Internacional do Automobilismo) se juntou à Fórmula 1 para uma reunião com as atuais montadoras do grid – Mercedes, Ferrari, Renault e Red Bull (que vai assumir a tecnologia da Honda a partir de 2022, já que a fábrica japonesa deixa o campeonato ao fim do ano) -, além das alemãs Porsche e Audi. Por meio de suas redes sociais, a responsável pela maior categoria do automobilismo definiu o encontro como “muito positivo” e que outras informações serão divulgadas nas próximas semanas. O encontro aconteceu durante o fim de semana do GP da Áustria.

“Discussões muito positivas ocorreram com todos os atuais e potenciais novos fornecedores de unidades de potência em relação à próxima fase dos motores da Fórmula 1”, relatou. “As conversas vão continuar nas próximas semanas com mais notícias a serem anunciadas”, completou a nota da Fórmula 1.

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A Fórmula 1 discute sua nova geração de motores e tenta atrair novas marcas (Foto: Andrej Isakovic/AFP)

Participaram do encontro Jean Todt (Presidente da FIA), Stefano Domenicali (diretor-executivo da F1), Ross Brawn (diretor-esportivo da F1), Ola Källenius (presidente do conselho de administração da Daimler/Mercedes), John Elkann (presidente da Ferrari), Luca de Meo (diretor-executivo da Renault), Dietritch Mateschitz (presidente da Red Bull), além de Markus Duesmann, representante da Audi, e Oliver Blume, diretor-executivo da Porsche.

Segundo a revista alemã Auto Motor und Sport, as negociações com os chefes de cada montadora já ultrapassam seis meses. Com a intenção de definir logo o futuro das unidades de potência, a expectativa é de substituir a atual tecnologia híbrida, presente desde 2014, na temporada 2025.

Porém, várias interrogações ainda estão em jogo antes da finalização do acordo, como o custo dos motores, teto de gastos para montadoras, componentes que devem virar padronizados, motor de combustão, porcentagem da parte elétrica, necessidade de MGU-H, distribuição de potência, total da potência, tamanho de bateria além de peso e arquitetura do carro.

Porsche e Audi marcaram presença porque são alternativas reais para novas montadoras na categoria máxima do automobilismo nos próximos anos. As duas marcas, inclusive, se uniram em um projeto para WEC e IMSA.

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