F1

FIA se diz aberta a mudanças e garante que sistema de pontos para obtenção da superlicença pode sofrer ajustes

A FIA deixou claro que, apesar de toda a controvérsia, o sistema de pontos criados para a obtenção da superlicença poderá sofrer ajustes com o passar do tempo, dependendo das necessidades quanto às categorias de base

Warm Up / Redação GP, de Curitiba
A FIA (Federação Internacional de Automobilismo) disse que está aberta a ajustes com relação ao novo sistema para a obtenção da superlicença na F1, especialmente se ficar clara a necessidade de alguma alteração no que diz respeito às categorias de base.

Como parte de um esforço para reforçar os critérios para a aquisição da licença obrigatória da F1, a entidade máxima do automobilismo implantou uma idade mínima para os pilotos, além da exigência de 40 pontos somados em campeonatos de acesso. Porém, as categorias escolhidas e a pontuação atribuída a elas tem causado controvérsia, principalmente por causa da F-2, que sequer existe e que possui o valor máximo em pontos.
FIA já fala em ajustes no sistema que credencia os pilotos para F1 (Foto: Beto Issa)
A FIA afirmou, entretanto, que, embora as regras sejam rigorosas, também são flexíveis. E vão se ajustar no caso de uma necessidade de adequação. “Nós definimos uma estrutura robusta para os critérios da superlicença", declarou um porta-voz da federação à revista inglesa 'Autosport'.

"Nos que diz respeito ao próprio sistema de pontos, é natural que sofra pequenas mudanças ano a ano", completou o assessor, que também esclareceu outros fatores relacionados à discussão da superlicença.

A Renault, empresa por trás da World Series, já entrou em contato com a FIA para discutir a distribuição dos pontos com relação às suas categorias de base, que ficaram abaixo do esperado na escala dos campeonatos. Na resposta à montadora francesa, a federação disse que levou em “conta vários fatores e não apenas os aspectos esportivos”.

Quanto à F2, a entidade também deixou claro que pretende "desenvolver um caminho claro a partir da base do automobilismo para a F1". "E que a futura F2 será um passo importante nesse processo", encerrou o assessor da entidade.
FIM DO REVEZAMENTO 

A pista de Hockenheim vai sediar o GP da Alemanha desta temporada no lugar de Nürburgring, confirmou Bernie Ecclestone, nesta quinta-feira (15). A decisão altera o sistema de revezamento entre as duas pistas que ocorre no caso da etapa alemã da F1.
 
"Vai ser em Hockenheim. Nós estamos no meio das negociações com eles neste momento. Não há como fazer a prova em Nürburgring, porque não há ninguém lá", afirmou Ecclestone em declaração à agência de notícias 'Reuters'.

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MAIS CEDO

A edição 2015 do GP da Malásia pode começar mais cedo por medida de precaução, depois ao acidente com Jules Bianchi, durante a etapa do Japão em outubro passado. A possível mudança foi confirmada pelo chefe do autódromo em Sepang, Razlan Razali, nesta quarta-feira (14). A prova é a segunda do calendário.
 
Em Londres, o dirigente malaio se reuniu com Bernie Ecclestone, o homem forte da F1, para discutir a renovação de contrato com a prova. Durante a conversa, ambos estudaram a possibilidade de alterar em uma hora o momento largada, movendo de 16h para as 15h (locais).

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TEM APELO

Fornecedora única de pneu na F1, a Pirelli entende que o retorno de pneus mais largos na F1 para os próximos anos pode ajudar a aumentar o espetáculo e tornar as corridas mais atraentes.
 
Tanto a FIA quanto as equipes, atualmente, trabalham em propostas que tornem o esporte mais emocionante e que dificultem mais a vida dos pilotos. Entre as sugestões estudadas, está o aumento na largura dos pneus, o que ajudaria a melhorar a aderência dos carros em curvas. Motores de 1.000 cv também estão na pauta.

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