Fittipaldi fala em 2020 doido e diz que “perseverança foi tudo” para estrear na F1

O brasileiro aproveitou para fazer um balanço do ano que passou e dentro os pontos positivos, exaltou sua participação em duas corridas da categoria

Pietro Fittipaldi aproveitou o início de 2021 para fazer um balanço do último ano e de sua estreia na Fórmula 1. O piloto tentou focar no positivo que passou em 2020 e comentou do sonho realizado de poder estrear na principal categoria do automobilismo.

A chance de poder sentar no carro da Haas chegou no final do ano para o competidor nascido em Miami. Após o assustador acidente sofrido por Romain Grosjean no GP do Bahrein, a equipe norte-americana convocou o brasileiro para assumir o lugar do francês nas duas últimas etapas do calendário.

Com a estreia na F1, Pietro colocou o Brasil de volta ao grid após três anos de ausência. Ainda, se tornou o 32º piloto tupiniquim na categoria, além de ter sido o quarto membro da família Fittipaldi no certame e o primeiro neto de ex-piloto.

Pietro Fittipaldi exaltou a estreia na Fórmula 1 (Foto: Haas)

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“Que ano doido foi 2020, um ano que acredito que todos aprendemos a aproveitar as pequenas coisas muito mais. Um ano que cresci como pessoa, fiz ótimos amigos ao longo do ano e passei muito mais tempo com minha família, o que amei”, escreveu em seu Twitter.

“Tive a chance de correr na Fórmula 1, algo que sonho desde quando era criança. E isso me ensinou muito. Perseverança é muito importante, nunca deve desistir. Sempre tem de insistir e pensar positivo mesmo nos tempos mais difíceis, o que é fácil dizer, mas difícil fazer”, continuou.

“Agradeço a todos que me apoiaram ao longo desde ano e desejar um feliz ano novo com muita saúde. Em 2021 vamos continuar acelerando”, concluiu o neto do duas vezes campeão Emerson.

Nas duas etapas que disputou, os GPs de Sakhir e Abu Dhabi, Pietro terminou em 17º e 19º, respectivamente. Como comparação, Kevin Magnussen foi 15º e 18º nas corridas. Apesar de ter elogiado o desempenho do brasileiro, Günther Steiner, chefe da Haas, reconheceu que não sabe qual o futuro do piloto na F1.

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