Force India fala em disparidade financeira ridícula entre equipes e torce para Liberty Media tornar F1 mais justa

Bob Fernley acredita que as grandes mudanças na distribuição de renda na F1 não virão de uma hora para outra, mas confia que o Liberty Media possa trabalhar diante do tema para tornar o esporte mais justo e menos desigual em um futuro próximo

 

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A chegada do Liberty Media como novo dono da F1 deu um alento a mais às equipes do pelotão intermediário e de menor poderio financeiro. Tudo por conta da distribuição dos lucros por parte da FOM (Formula One Management), que acaba privilegiando os times de ponta e limita demais o orçamento das demais escuderias. Bob Fernley, chefe-adjunto da Force India, entende que o cenário atual caracteriza uma enorme disparidade financeira entre as equipes, o que considera ridículo do ponto de vista esportivo. Fernley, assim como a chefe da Sauber, Monisha Kaltenborn, torce para que o Liberty Media torne a F1 mais justa.

 
No ano passado, por exemplo, a Ferrari foi a equipe que mais recebeu da FOM, um total de US$ 192 milhões (R$ 598 milhões na cotação atual) considerando premiações por resultados, colocação no campeonato de 2015 e bônus, quase 20% do total pago às equipes do grid em 2016.

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Bob Fernley espera que o Liberty Media possa diminuir o abismo financeiro entre as equipes da F1 (Foto: Force India)
Em contrapartida, a Force India, equipe que ficou em quinto lugar no Mundial de Construtores em 2015 — quarta no ano passado —, faturou apenas US$ 67 milhões (R$ 208,70 milhões). É exatamente a tamanha diferença na distribuição dos recursos da F1 a grande crítica de Fernley, que mostra pessimismo quanto às mudanças em curto prazo, mas demonstra esperança em ver a situação mudar com a filosofia do Liberty Media.
 
“Acho que vai ficar pior, e isso é o mais preocupante. E é o que eu acredito que o Liberty está vendo como uma preocupação para o espetáculo. E com razão. Espero que isso possa se resolver nos próximos meses”, disse o dirigente em entrevista à revista britânica ‘Autosport’.
 
“No momento, é sobre quanto dinheiro você pode gastar. Enquanto isso continue assim, a disparidade vai continuar sendo ridícula”, disparou o britânico.
 
Fernley acredita que o Liberty Media poderá, aos poucos, diminuindo o abismo financeiro que separa as equipes, tornando o esporte mais justo e, consequentemente, mais competitivo.
 

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“Não acho que possa ser feito nada neste ano, mas isso poderia ser adaptado de forma progressiva. Estamos onde estamos, mas se há vontade para fazer essas mudanças e se o Liberty fizer, então isso vai beneficiar o esporte como um todo”, comentou.

 
Por fim, o chefe adjunto da Force India deixa claro que não tem nada contra as equipes mais ricas, mas sim contra o sistema que as beneficia. “Temos de respeitar as equipes de ponta, é preciso fazer isso de forma digna. Não é culpa estar onde estão, é o processo que está errado”, finalizou Fernley.
 
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