F1

Gasly põe top-10 como meta, mas vê Sauber “muito mais rápida” e admite: “Vai ser bem difícil”

12º no primeiro dia de treinos para o GP do Brasil de F1, Pierre Gasly fez uma avaliação positiva da performance da Toro Rosso e colocou o top-10 como meta para sábado. O #10, porém, reconheceu que será difícil fazer frente à Sauber
Warm Up, de São Paulo / JULIANA TESSER, de Interlagos / NATHALIA DE VIVO, de Interlagos
 Pierre Gasly (Foto: Rodrigo Berton/Grande Prêmio)
Pierre Gasly fechou o primeiro dia em Interlagos com o 12º tempo. Com sua melhor volta nesta sexta-feira (9) em 1min10s330, o francês ficou a 1s484 de Valtteri Bottas, o líder, mas apenas 0s171 atrás de Esteban Ocon, o décimo colocado.
 
Falando à imprensa ao fim dos trabalhos na pista paulistana, Gasly explicou que o início do dia não foi lá dos mais positivos, mas a Toro Rosso conseguiu dar a volta por cima para a atividade da tarde.
Pierre Gasly colocou top-10 como meta (Foto: Rodrigo Berton/Grande Prêmio)
“Acho que foi muito bem. Hoje foi encorajador”, começou Gasly. “O primeiro treino foi bem difícil, nós tivemos alguns problemas com o carro, com o acerto, não fiquei super feliz com o equilíbrio do carro, mas nós conseguimos resolver todos os nossos problemas para o segundo treino, que, no fim, foi bom. Eu fiquei bem feliz com o carro”, continuou. 
 
“Ainda temos algumas coisas para trabalhar para amanhã. Acho que, no geral, a performance foi decente”, frisou. 
 
Ainda brigando com a Sauber no Mundial de Construtores, Gasly reconheceu que vai ser difícil superar o time de Charles Leclerc e Marcus Ericsson, mas colocou o top-10 como meta.
 
“Nós estamos em 12º, bem próximos da Force India, para entrar no top-10, então acho que será a meta”, comentou. “Com certeza, não será fácil, já que a Sauber é muito mais rápida, então vai ser bem difícil pegá-los, mas tomara que consigamos um top-10 amanhã”, completou.
 
Companheiro de Pierre, Brendon Hartley não conseguiu o mesmo desempenho. O #28 fez sua melhor volta em 1min10s734 e ficou em 19º, 1s888 atrás do ponteiro. 
 
O neozelandês relatou algumas dificuldades com o equilíbrio do carro e falou em buscar uma solução com os engenheiros.
 
“Não diria que fomos tão competitivos quanto gostaríamos, mas lutamos um pouco com o equilíbrio do carro hoje”, explicou Hartley. “Temos algum trabalho para fazer com os engenheiros nesta noite para, tomara, encontrarmos uma reação”, encerrou.

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