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F1

Globo amplia homenagem a Senna e reprisa GP do Brasil de 1991 no próximo domingo

A reprise do GP do Japão de 1988 comoveu a muitos nas redes sociais pela narração de Galvão Bueno e pelas lembranças do primeiro título de Ayrton Senna. A Globo vai repetir a dose na manhã do próximo domingo (10), por volta de 10h, durante o 'Esporte Espetacular', com a reexibição do GP do Brasil de 1991, a primeira vitória de Senna em Interlagos

Grande Prêmio / Redação GP, de São Paulo
Depois de mostrar mais uma vez o GP do Japão de 1988 com narração original neste domingo (3), a Globo confirmou que vai repetir a dose com uma outra prova marcante da F1 no próximo final de semana. No domingo (10), vai ser a vez do GP do Brasil de 1991 ir ao ar na íntegra e com narração original de Galvão Bueno.
 
A Globo vem usando a faixa da tarde dos domingos para recuperar jogos marcantes, como a final da Copa do Mundo de 2002 e a final da Copa das Confederações de 2005 e de 2013. Agora, parece também investir nas corridas históricas, as exibindo durante o Esporte Espetacular, que começa às 10h (em Brasília).

De acordo com o site Teleguiado, a reprise do GP do Japão rendeu um pico de 10 pontos para a Globo na medição do Ibope, que representou o melhor índice da emissora durante a exibição do Esporte Espetacular.
 
O GP do Brasil de 1991 marcou a primeira vitória de Ayrton Senna em uma prova em seu país. A corrida, que aconteceu em Interlagos, também ficou famosa por ser "a da sexta marcha", quando o piloto da McLaren enfrentou sérios problemas com a caixa de câmbio travada.
 
No fim, apesar de drama nas últimas voltas com as marchas sem funcionar, Senna quebrou a seca nas corridas de casa e de sequência a uma campanha que culminou com o tricampeonato mundial. O pódio em Interlagos ainda teve Riccardo Patrese, da Williams, e Gerhard Berger, parceiro de Ayrton na McLaren.
Senna, Patrese e Berger em Interlagos no pódio de 1991 (Foto: Getty Images)
O GP do Brasil de 1991
 
A largada ficou marcada pelo fogo que se apagou sozinho na McLaren de Berger. Senna manteve a ponta e, pelo retrovisor, logo percebeu que Nigel Mansell havia deixado Patrese para trás.
 
O inglês tentaria atacar em algumas oportunidades, mas não era o dia dele. No primeiro pit-stop, teve dificuldades para engatar as marchas. Depois, precisou ir de última hora aos boxes devido a um furo de pneu. Por fim, ao se aproximar novamente da McLaren, rodou com o câmbio quebrado de vez na 60ª volta.
 
A vitória estava nas mãos de Senna, exceto pelo fato de que seu câmbio também estava com problemas. Ele foi perdendo as marchas até se ver podendo usar apenas a sexta nas voltas finais. Há quem duvide dessa história, mas as imagens a bordo do carro do brasileiro de fato mostram que ele não tirava a mão direita do volante para as trocas de marcha — à época, os carros da F1 ainda usavam uma alavanca de câmbio.
 
Patrese passou a se aproximar perigosamente, só que, também com problemas no câmbio da Williams, foi incapaz de alcançar Senna antes da bandeirada. Senna finalmente ganhava o GP do Brasil.


 
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