F1

GP às 10: Acidente grave, atendimento médico precário e zona em Jacarepaguá: por que a F1 deixou o Rio

Em 1989, Philippe Streiff sofreu um grave acidente em Jacarepaguá, quando participava de uma sessão de testes de pneus. O atendimento médico precário foi determinante para as lesões irreversíveis sofridas pelo francês. Flavio Gomes lembra como foi o último GP do Brasil de F1 no Rio de Janeiro e recorda os motivos que fizeram o Mundial não mais voltar à Cidade Maravilhosa

Grande Prêmio / Redação GP, de Sumaré
Há quase 30 anos, a F1 realizou pela última vez uma corrida no Rio de Janeiro. Dias antes da prova, em 15 de março de 1989, Philippe Streiff sofreu um acidente gravíssimo quando acelerava sua AGS em uma sessão de testes de pneus. Só que combinação de uma batida muito forte com as lesões amplificadas por conta do atendimento precário resultaram em lesões irreversíveis ao piloto francês, que ficou tetraplégico. Desde então, o Rio de Janeiro não recebeu mais uma etapa do Mundial.
 
No GP às 10 desta terça-feira (26), Flavio Gomes lembra como foi o último GP do Brasil de F1 na Cidade Maravilhosa e recorda a ‘zona’ que era Jacarepaguá, em cenário bem diferente dos tempos de hoje no esporte.  O jornalista descreveu detalhes da vitória de Nigel Mansell, naquele que foi o primeiro triunfo de um carro dotado de câmbio semiautomático — o sistema fora desenvolvido por Roberto Pupo Moreno, que foi piloto de testes da Ferrari no fim dos anos 1980.
 
O GP às 10 é a série que traz um comentário em vídeo dos jornalistas do GRANDE PRÊMIO, sempre às 10h (de Brasília), do dia e da noite. Veja aqui todas as edições do GP às 10