GP às 10: McLaren tem chance de vencer na F1 2021 com Ricciardo e motor Mercedes?

No GP às 10 desta segunda-feira, Fernando Silva fala sobre o quanto a McLaren pode evoluir ainda mais nesta temporada tendo o motor Mercedes e a chegada de Daniel Ricciardo. Outro ponto abordado pelo jornalista é a adoção do teto orçamentário, fator que tende a aproximar ainda mais a equipe de Woking do topo da F1, o que dá a possibilidade de voltar a vencer

Dentro de exatamente uma semana, a McLaren vai apresentar ao mundo o MCL35M, o novo carro de Daniel Ricciardo e Lando Norris para a temporada 2021 da Fórmula 1. Uma das grandes novidades da escuderia de Woking é a nova aliança com a Mercedes para fornecimento de motores. Com o novo propulsor e a vinda do australiano, dono de histórico de sete vitórias no Mundial, para formar dupla com Lando Norris, a McLaren volta a ser uma postulante às vitórias? Fernando Silva opina no GP às 10 desta segunda-feira (8).

O jornalista ressalta que o motor Mercedes, em que pese ser a unidade motriz mais forte da F1 atual, não é, por si só, garantia de sucesso, uma vez que o trabalho para adaptar o carro ao propulsor alemão é muito mais complexo nesta época de era híbrida. Entretanto, a boa sinergia entre Mercedes e McLaren e a estrutura da equipe britânica são fatores que tendem a impulsionar Ricciardo e Norris a grandes resultados em 2021.

Sobre Ricciardo, a McLaren obtém um ganho muito grande no seu quadro de pilotos. Carlos Sainz, que foi um dos responsáveis por resgatar a autoestima da equipe de Woking, se transferiu para a Ferrari, e o australiano chegou para ocupar o seu lugar. Apesar de o espanhol ter feito trabalho muito bom com a equipe, com direito a quebrar um jejum de pódios e levar a McLaren duas vezes ao top-3, Ricciardo traz no seu currículo um retrospecto vencedor, maior experiência e vem de excelente temporada pela Renault.

Com uma dupla que alia da melhor forma a experiência de Ricciardo, 31 anos, e de Lando Norris, dez anos mais novo que o australiano, a McLaren ainda tem outro fator a seu favor. A partir desta temporada, cada uma das dez equipes do grid vai poder gastar um valor máximo de US$ 145 milhões (aproximadamente R$ 780 milhões). No entendimento de Zak Brown, CEO da McLaren, a expectativa é que a escuderia possa encurtar ainda mais a diferença para as rivais de maior poderio financeiro, como Mercedes, Red Bull e Ferrari.

Com tantos fatores favoráveis, e levando em conta que Racing Point — que hoje atende por Aston Martin — e AlphaTauri também conquistaram vitórias no ano passado, a McLaren, com ótima estrutura, o melhor motor da F1, uma boa base e uma excelente dupla de pilotos, não possa voltar ao topo do pódio em 2021, quebrando uma seca que já dura desde quando Jenson Button triunfou no GP do Brasil de 2012, há quase dez anos, portanto.

Assista já ao GP às 10 desta segunda-feira e opine: a McLaren vai voltar a vencer já nesta nova temporada da Fórmula 1?

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