F1

Grosjean aprova ano e diz que “estava mais preocupado” com vaga na Haas em 2018

Romain Grosjean está satisfeito com a temporada que está fazendo e garante que ficou mais preocupado com o emprego no ano passado, enquanto Kevin Magnussen se limitou a afirmar que não tem medo do desemprego

Grande Prêmio / Redação GP, do Rio de Janeiro
A primeira metade da temporada 2019 do Mundial de Fórmula 1 deixa alguns consensos: um deles é que a Haas não vai manter a dupla formada por Romain Grosjean e Kevin Magnussen por muito tempo mais. Reincidentes em erros, confusões e batidas até entre os dois, a realidade da equipe norte-americana tem sido cansativa. Grosjean e Magnussen, porém, garantem que não estão preocupados.
 
De acordo com o piloto francês, em resposta à rede de TV inglesa BBC, a preocupação de 2019 é menor que a de 2018. No ano passado, sim, havia motivos para ser dispensado, ele avalia. O fato, por exemplo, de recolocar o pacote da Austrália nas últimas corridas depois do fracasso nas etapas europeias foi algo que destacou como prova da importância da experiência que tem a oferecer.
 
"Deixa responder a questão de outra forma. Estava mais preocupado no ano passado, porque tinha vários motivos pelos quais eu podia passar esse ano atual em casa. Cometi muitos erros que não deveria, pela minha experiência, mas acho que desde lá eu me recuperei muito bem", afirmou.
Romain Grosjean (Foto: Haas)
"Creio que tudo que temos dito esse ano - o aviso para o pessoal voltar ao carro do começo do ano, fizeram porque eu pedi, mostra que a experiência é muito importante na F1. Tudo no time mudou, o foco está em diferentes partes e como faremos para melhorar o carro em vez de só atualizar sem saber realmente qual nosso nível", seguiu.
 
"Estou feliz com meu desempenho nas corridas. Acredito que nas classificações eu poderia ter sido melhor no começo do ano, mas agora está normal. Como eu disse, ano passado havia mais razões, francamente, para ficar em casa. Esse ano eu acho que tem muito menos motivo", finalizou. 
 
Magnussen se resumiu a responder com uma única frase a pergunta sobre se está preocupado com o futuro na equipe. "Nem um pouco."
 
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