F1

Grosjean destaca retrospecto positivo na “amada Budapeste” e prevê Lotus forte e na briga por pontos no GP da Hungria

Romain Grosjean conquistou sua melhor posição de largada na F1 exatamente em Hungaroring, onde largou em segundo lugar na prova em 2012. Neste ano, a realidade da Lotus não lhe permite sonhar tão alto. Mas, com os pés no chão, o franco-suíço acredita que o fim de semana poderá ser positivo e na luta por bons pontos
Warm Up / Redação GP, de Sumaré
 Romain Grosjean durante o primeiro treino livre em Sepang (Foto: Getty Images)
Romain Grosjean volta à “amada Budapeste” disposto a encerrar uma sequência negativa de duas corridas longe dos pontos na F1. Na última prova do campeonato, o GP da Inglaterra, a jornada do franco-suíço foi frustrante, encerrando sua participação antes mesmo de completar a primeira volta. Mas o piloto da Lotus invoca o retrospecto bastante positivo em Hungaroring para dar a volta por cima e seguir para as férias de verão com um bom resultado na bagagem.

Foi em Hungaroring que, em 2012, Grosjean conquistou seu melhor grid de largada na F1: segundo lugar. No ano seguinte, o piloto também conquistou uma boa posição no alinhamento inicial e partiu em terceiro. Como resultados em corrida, sua melhor performance também foi em 2012, quando cruzou a linha de chegada em terceiro.

Ainda que a realidade da Lotus não lhe permita sonhar tão alto, Romain almeja ao menos garantir bons pontos no fim de semana da décima etapa do Mundial de F1 2015 num lugar que lhe é dos mais agradáveis.
Romain Grosjean confia no desempenho do E23 para deixar Budapeste com bons pontos na bagagem (Foto: AP)
“Amo Budapeste e amo Hungaroring. É um lugar onde eu fico muito ansioso para visitar a cada ano. Geralmente é quente e ensolarado, e por ser um pouco antes das férias de verão, você coloca toda a energia que você tem antes desta pausa. É um GP emocionante a cada ano”, comentou o piloto de 29 anos na prévia divulgada pela Lotus.

“É uma pista estreita e sinuosa, de modo que você precisa muito de um bom resultado na classificação. Mostramos em 2012 que largar na frente ajuda, e o terceiro lugar em 2013 não foi ruim. Fui muito rápido na classificação em praticamente todos os anos lá”, destacou o piloto, que só não conseguiu uma boa posição no grid em 2014 — um ano dos mais difíceis para a Lotus —, quando largou em 14º e abandonou.

Com o carro deste ano em melhor forma, Grosjean acredita que terá condições para terminar pelo menos entre os dez primeiros no domingo.

“O E23 funciona bem, e estamos conseguindo tirar um bom desempenho dele na maior parte das pistas. Hungaroring não é um circuito de alta, por isso a velocidade final não importa muito. Acho que, se começarmos bem o fim de semana, podemos fazer uma corrida forte e somar bons pontos antes das férias de verão”, finalizou.