Grosjean reconhece que Haas pode “entrar em colapso”, mas mostra confiança: “Há muita coisa sexy e atraente no projeto”

Romain Grosjean sabe dos riscos de uma equipe pequena, mas está otimista sobre o que a Haas pode apresentar como novata. O francês elogiou sobretudo a parceria tecnológica com a Ferrari

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Começar uma nova equipe particular na F1 é uma das tarefas mais complicadas no esporte. A alta taxa de fracasso é exorbitante, então qualquer nova escuderia está sob escrutínio mesmo antes de estrear. Mesmo uma com tradição em outras partes, como a Haas. Um dos titulares da equipe da Carolina do Norte para o ano de estreia, Romain Grosjean não vê isso acontecendo.
 
O francês reconheceu a possibilidade da novata cair aos pedaços, mas elogiou o trabalho feito até agora. Para ele, o projeto do chefe de equipe Günther Steiner e do dono Gene Haas junto a Maranello é uma amostra do que a Haas tem preparado.
Romain Grosjean é o 'cara certo' escolhido por Gene Haas para liderar sua equipe na F1 (Foto: AP)
"O projeto pode entrar em colapso, pode acontecer o que aconteceu com alguns times. Não acredito que vai acontecer, se eu acreditasse não teria assinado. Riscos são parte das nossas vidas e você sempre precisa calculá-los. Todas as vezes que você muda alguma coisa, algo pode dar errado, mas lá no fundo eu acredito que seja a escolha certa, a meta certa e será uma grande experiência", disse em entrevista ao site francês 'F1i.com'.
 
"O jeito que eles trabalham com a parceria da Ferrari é muito inteligente. Eles tiveram um ano no túnel de vento sem restrições. Há muita coisa sexy, atraente no projeto. Conheci Günther e Gene, gostei deles, e tudo foi feito em uma semana e meia", seguiu. 
 
O tempo do túnel de vento ferrarista e o uso tanto por Ferrari como pela Haas, inclusive, foram motivo de um pedido formal de esclarecimento feito pela Mercedes à FIA – que não encontrou qualquer uso indevido.
 
A estreia de Grosjean na Haas acontece no próximo dia 20 de março, na Austrália. 

 

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