F1

Haas diz que continuidade da parceria com Rich Energy vai ser definida no recesso

A Rich Energy, que já até mudou de nome para Lightning Volt, vai definir junto da Haas se a parceria continua após o recesso de verão. As confusões dos últimos meses envolvendo a fabricante de bebidas energéticas causaram impacto no acordo com a Haas

Grande Prêmio / Redação GP, do Rio de Janeiro
Qual será o futuro da parceria entre Haas e Rich Energy/Lightning Volt? Após últimos meses conturbados, a equipe norte-americana manteve o patrocínio estampado no carro e o nome da equipe com a parceira inclusa, mas ainda não há certeza sobre até quando. Segundo o chefe da Haas, a definição vai acontecer nas próximas semanas.
 
Guenther Steiner admitiu que a parceria não está confirmada para o resto do ano. A definição durante as férias de verão da Fórmula 1, que retorna em quatro fins de semana, na Bélgica.
 
"Ainda está se desenrolando, mas devemos ter uma decisão nos próximos dias - ou pelo começo da segunda etapa da temporada. Todo mundo vai saber. Todos vão ver. Se não estiver no carro, quer dizer que não continua; se tiver, continua", seguiu.
 
Toda confusão começou quando a conta oficial da Rich Energy anunciou que estava encerrando a parceria por conta do desempenho ruim. Depois, voltou atrás quando o diretor-executivo, William Storey, acusou acionistas de montarem uma tentativa de golpe. Alguns dias depois, Storey foi demitido.
Kevin Magnussen e Romain Grosjean (Foto: Haas)
A empresa esteve no olho do furacão nos últimos meses ao se envolver em um processo judicial. A Rich Energy foi acusada de plágio pela Whyte Bikes, montadora britânica de bicicletas, que alegou que a empresa havia copiado seu logo.
 
Há poucos dias, a Suprema Corte Britânica forçou a companhia de energéticos a divulgar suas finanças, precisando revelar detalhes do acerto com a Haas e também dos lucros obtidos pela parceria.
 
Ainda, foi obrigada a pagar uma multa no valor de £ 35,416 - aproximadamente R$ 167 mil à empresa ATB, responsável pela Whyte Bikes, como resultado da sessão. 
 
Como se todos os problemas na justiça não fossem suficientes, a Rich Energy ainda se envolveu em uma enorme polêmica com a equipe norte-americana. Primeiro, o caso do Twitter; depois, a acusação de tentativa de golpe. Enquanto isso, a esquadra da Fórmula 1 se manteve quieta sobre responder.
 
A empresa ainda se pronunciou em sua conta na rede social, acusando a Haas de armar para a saída de William. "Armar para a remoção do diretor-executivo, maior acionista e fundados de seu patrocinador é algo para se repudiar Haas. Mr Storey também foi quem garantiu o contrato. É como se a Rich Energy quisesse a saída de Gene Haas! Apesar do barulho, vamos falar a real”, escreveu.


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