Haas diz que regra da FIA é clara e culpa equipes que “tentam tirar vantagem” por polêmica das suspensões

Guenther Steiner, o chefe da Haas, deu seu parecer sobre a polêmica que está balançando os bastidores da F1 neste começo de ano: os novos sistemas de suspensão. Segundo Steiner, as regras da FIA não dão margem para interpretações e, se até essa altura ainda há discussões, se trata de uma tentativa de levar vantagem

 

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Enquanto as grandes equipes dão opiniões sem citar as rivais de quem estão falando em relação à polêmica dos novos sistemas de suspensão da F1, a dúvida sobre a legalidade dos sistemas sobretudo de Mercedes e Red Bull continua. No mesmo caminho dos colegas, o chefe da Haas, Guenther Steiner, deu opinião. Segundo ele, não há margem para dúvidas sobre o que pode e o que não pode ser feito.

 

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Steiner avaliou que a Haas está fora de suspeita até porque é pequena demais para algo assim. Mas mostrou que não está gostando dos problemas. Não pelo protesto apresentado pela Ferrari mês passado e que pode se transformar em reclamação oficial na Austrália caso nada mude, mas pela quebra de regras de outros times. Regras que considera claras.

 
"Temos uma clara compreensão do que não podemos fazer e nunca fizemos isso", disse. "Não podemos nos preocupar essa coisa, somos muito pequenos para isso. Não sei o que os outros têm e acho que essa é uma das maiores questões. Se todo mundo precisa mostrar para a FIA, todo mundo precisa dizer se é legal ou não. Então, nessas bases, estou feliz com a forma que a regra está escrita agora" disse.
 
"Será uma pena se alguém oposto ao esclarecimento da FIA fosse lá e arriscasse um protesto. Creio que é com as pessoas que querem assumir esse risco [de quebrar as regras], não os que protestam – eles têm direito de protestar", seguiu.
Guenther Steiner (Foto: Haas)
"São as pessoas que tentam tirar vantagem, depois precisam aceitar o protesto. É culpa deles. Você não deveria ter essas coisas, é minha opinião. Foi tudo esclarecido e todo mundo sabe bem claro o que pode ser feito. Não podemos chegar à primeira corrida e ter alguém protestando porque outra equipe não fez o que a FIA mandou", encerrou. 
 
O problema se instalou no mês passado, quando a Ferrari pediu esclarecimentos oficiais à FIA questionando se o sistema de suspensão era legal. A FIA respondeu dizendo que "qualquer parte específica do carro que influencie o desempenho aerodinâmico precisa ser imóvel em relação à parte suspensa do carro". E durante os testes desta semana, o órgão voltou a mandar uma carta, agora para todas as equipes, com mais um esclarecimento.
 
Para o diretor-executivo da Mercedes, Toto Wolff, e o chefe da Red Bull, Christian Horner, se alguém realmente acha que as suspensões são ilegais, então precisa entrar com um processo de reclamação oficial

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