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F1

Haas segue rivais, coloca funcionários de licença e corta salários em 20%

Seguindo a linha das rivais McLaren, Williams, Racing Point e Renault, a Haas também comunicou licença aos funcionários e um corte salarial de 20%. Como informado antes, Romain Grosjean e Kevin Magnussen também foram afetados

Grande Prêmio / Redação GP, de Campinas
A Haas se juntou a McLaren, Williams, Racing Point e Renault, se tornando a quinta equipe da Fórmula 1 a dar licença aos funcionários por conta da pandemia do coronavírus.
 
A equipe confirmou que a maioria dos funcionários que trabalham em Banbury foram colocados de licença e confirmaram uma redução salarial de 80%, com o salário mínimo de 2500 libras. O efeito do afastamento é retroativo ao dia 1 de abril.
 
Porém, o time não comunicou a respeito dos funcionários dos escritórios na Itália e dos parceiros nos Estados Unidos. Alguns membros do alto escalão da Haas também tiveram salários cortados, assim como os pilotos Romain Grosjean e Kevin Magnussen.
Romain Grosjean (Foto: Haas)
O coronavírus registrou 79.841 casos no Reino Unidos, com 9.891 mortes. As primeiras nove etapas da F1 foram adiadas ou canceladas, e o campeonato está programado para começar na França, em julho.
 
Em 2019, a Haas fechou o Mundial de Construtores no nono lugar, com 28 pontos.
 

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