Hamilton revela que “pequenas nuances” no acerto do carro geraram problemas enfrentados em Mônaco e na Rússia

Lewis Hamilton contou que “pequenas nuances” no acerto de seu carro provocaram as dificuldades que encontrou em Mônaco e na Rússia neste ano. O inglês apontou uma diferença de acerto do W08 na comparação com o companheiro Valtteri Bottas e disse que a configuração de freio e equilíbrio mecânico também tornaram sua vida mais difícil

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Lewis Hamilton viveu ao menos dois fins de semana complicados na temporada em que não teve em nenhum momento condição de se colocar na briga pela vitória. Isso aconteceu no GP de Mônaco, disputado há pouco menos de duas semanas, e também na etapa da Rússia. E o inglês explicou agora que "pequenas nuances" no acerto do carro provocaram os problemas que enfrentou durante as duas corridas. 

 
Até o momento, a F1 disputou em 2017 seis provas, e tem na liderança do campeonato Sebastian Vettel. Hamilton venceu duas vezes (China e Espanha), enquanto seu companheiro de Mercedes, Valtteri Bottas, ganhou uma (Rússia). Já Vettel faturou os GPs da Austrália, do Bahrein e Mônaco, abrindo 25 pontos na dianteira da classificação – também apoiado no desempenho errático do tricampeão.
 
Ainda, em ambas as provas, tanto em Sóchi quanto em Monte Carlo, a Mercedes também encontrou problemas para fazer o pneu ultramacio funcionar corretamente. Só que Lewis sofreu mais que Bottas. Enquanto o finlandês venceu a etapa russa e chegou em quarto no Principado, o britânico também foi quarto na Rússia e apenas sétimo na corrida monegasca.
Lewis Hamilton enfrentou dificuldades em Monte Carlo (Foto: Mercedes)
"Em Sóchi, tivemos configurações diferentes no carro", revelou Hamilton em entrevista ao site da revista inglesa 'Autosport'. "Inicialmente, não parecia que era tão diferente, mas apenas pequenos nuances. Por exemplo, a estabilidade e o equilíbrio na entrada de curva na comparação com o meio e as saídas de curva, ali os carros tinham acertos distintos", explicou.
 
"Eu tinha um carro muito instável na entrada de curva, então tive de pilotar tendo um carro que saía um pouco mais de frente no meio da curva. Então, isso se tornou um pouco mais complicado. Depois, houve a questão da temperatura dos pneus e como você a utiliza. Há pequenas coisas que estamos começando a ver", completou o inglês.
 

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Hamilton ainda afirmou que variações com relação aos freios e ao equilíbrio mecânico do carro, especialmente na comparação com Bottas, tornaram mais evidentes os problemas em Mônaco. "Às vezes, tem a ver com os freios. Na última corrida, foi uma questão de acertar a configuração de freio, além do equilíbrio mecânico – nós precisávamos fazer muitas voltas para preparar bem os pneus."
 
"Então, só na quarta volta é que os pneus atingiam o ponto ideal, mas a Ferrari conseguia isso no primeiro giro. Estamos tentando entender como podemos um desempenho melhor. De qualquer forma, naquele Q2 (em Mônaco), se eu tivesse terminado a volta, eu teria entrado no Q3, porque estava só a um décimo de Vallteri", acrescentou.
 
Neste fim de semana, a F1 desembarca em Montreal para o GP do Canadá, para onde a Pirelli também vai levar os pneus ultramacios, além dos supermacios e dos macios.
 
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