Honda admite que já trabalha com “consultores externos” e fala em correr riscos para acelerar desenvolvimento

Chefe da Honda na F1, Yusuke Hasegawa admitiu que a montadora já recebe ajuda externa em um esforço para melhorar a performance de seus motores. O dirigente, no entanto, não confirmou se o auxílio técnico é de Mario Illien, da inglesa Ilmor

 

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A Honda admitiu que já trabalha com "consultores externos" como forma de melhorar a performance de seu motor. Na semana passada, a imprensa alemã publicou que a montadora japonesa vem recebendo ajuda de Mario Illien, da inglesa Ilmor, em um esforço para transformar a unidade de potência mais competitiva. A empresa inglesa trabalhou no último ano com a Renault, no mesmo objetivo de ampliar o desempenho do motor francês. Os japoneses, no entanto, não confirmam a informação.

 
Chefe da Honda na F1, Yusuke Hasegawa não especificou quem são os conselheiros, mas admitiu que a fabricante já conta com o auxílio de "talentos ingleses e franceses". "Nós estamos em muitos programas ao mesmo tempo. Nós estamos também usando alguns consultores externos. Eles estão trabalhando como membros da McLaren. Estamos totalmente unidos. Na Honda, também temos muitos engenheiros ingleses e franceses, muitos talentos. Ainda temos algumas barreiras, como a língua e a cultura, mas acho que temos uma combinação muito boa", explicou o japonês em entrevista à revista inglesa 'Autosport'.
 
"Para obter resultados imediatos, os consultores são muito úteis", reconheceu o dirigente. "Não só com talento, mas também com as informações que trazem de fora, o que é muito bom. Mas tudo é uma desculpa, porque no lado de fora nós não fizemos um bom trabalho. E é um grande problema. Nós temos de mostrar o nosso desenvolvimento", completou.
Honda foi busca ajudar externa para melhorar motor (Foto: McLaren)

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A primeira preocupação dos nipônicos está no fato de que os dados de correlação entre os testes e a realidade da pista não batem, além de falhas com relação uma vibração produzida pelas unidades de potência no MCL32. Por isso, Hasegawa afirmou que, para fechar essa lacuna com os demais fabricantes, é preciso correr riscos "inevitáveis". 

 
"Começamos o nosso projeto dois anos depois dos outros fabricantes, por isso a nossa velocidade de desenvolvimento não é suficiente, mas vamos alcançá-los, mas temos de melhorar duas vezes mais rápido do qualquer outro adversário. A nossa evolução é um pouco mais lenta em comparação com outras equipes, por isso temos de correr riscos", disse.
 
Lançando mão de um discurso ainda mais realista, o chefe da Honda admitiu que a montadora vive uma situação inaceitável. "Não fizemos um bom trabalho, por isso não temos desculpas. Temos muito menos concorrentes agora. Quanto eu estava na BAR Honda, o grid tinha Toyota, BMW, Cosworth e muitos outros fabricantes. Agora temos apenas quatro, que é uma grande diferença", reconheceu.
 
Desde que voltou à F1, em 2015, a Honda vem enfrentando problemas para deixar o motor V6 competitivo. As falhas de confiabilidade continuam sendo o calcanhar de Aquiles da fabricante e, neste ano, a unidade segue sem potência, o que gerou uma crise interna, especialmente devido às críticas de Fernando Alonso e da cúpula da McLaren logo na pré-temporada.
O GP da China acontece neste fim de semana, e o GRANDE PRÊMIO acompanha todas as atividades em Xangai AO VIVO e em TEMPO REAL.
 
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