Honda prevê fim de semana difícil para McLaren em circuito exigente para motor no GP do Canadá

Yusuke Hasegawa, chefe da Honda para a F1, acredita que o fim de semana do GP do Canadá vai ser um tanto complicado para a McLaren, já que o propulsor japonês ainda carece de potência. E o circuito Gilles Villeneuve é reconhecido pelos trechos de média-alta velocidade

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Duas semanas depois de a McLaren alcançar seu melhor desempenho desde que retomou parceria com a Honda, quando Fernando Alonso foi quinto e Jenson Button terminou o GP de Mônaco em nono lugar, a equipe enfrenta um desafio muito distinto daquele das ruas do Principado. Embora seja um circuito com características urbanas, o Gilles Villeneuve é completamente distinto e conta com trechos de média-alta velocidades. Tal fator atinge diretamente uma das deficiências da McLaren neste momento: a ainda falta de potência do motor Honda.
 
Yusuke Hasegawa, chefe da Honda para a F1, fala em um fim de semana desafiador no Canadá. “Montreal é muito diferente de Mônaco, de modo que o fim de semana vai ser um desafio para a equipe, mas vamos continuar concentrados e focados em poder tirar o melhor do nosso pacote”, declarou o engenheiro, sendo endossado por Éric Boullier, diretor de corridas da McLaren.
 
“Este circuito exigente para o motor não está entre os que favorecem os pontos fortes do nosso carro, mas, em termos de desenvolvimento, esperamos seguir com o bom momento que construímos nas duas últimas corridas e trabalhar com firmeza em busca de pontos preciosos”, comentou o francês.
O consenso na McLaren e na Honda é que o fim de semana em Montreal será pra lá de complicado (Foto: Getty Images)
Por sua vez, Button entende que o principal será a confiabilidade do pacote MP4-31 para o fim de semana do Canadá. “Não vai ser fácil, a confiabilidade vai ser a chave, mas nosso objetivo é oferecer o melhor espetáculo possível para os fãs apaixonados do Quebec e colocar nosso carro à prova no histórico circuito Gilles Villeneuve.”
 
Mas o veterano entende que não há motivos para temer o traçado canadense, bem mais rápido que o de Mônaco, por exemplo. “Apesar de ser um dos circuitos mais rápidos do calendário e um dos que mais exige potência, a força do nosso chassi está na estabilidade que temos na freada, de forma que não deveríamos temer um traçado como este e buscar nossa melhor forma possível.”
 
“Nosso ritmo de desenvolvimento está em ascensão e há um grande trabalho nos bastidores para melhorar constantemente o rendimento do nosso pacote, então estou muito ansioso para ver como vamos render no Canadá, levando em conta as características distintas em relação a Mônaco”, completou.
 

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Por sua vez, Alonso segue uma linha mais cautelosa ao prever um fim de semana difícil para a McLaren em Montreal. “Mônaco foi um resultado positivo para nós. Colocamos os dois carros nos pontos e mantivemos um pelotão atrás de nós, o que foi muito satisfatório, mas sabemos que ainda há muito trabalho a fazer. Estamos fazendo progressos, definitivamente, mas enquanto não estivermos brigando na ponta, ainda vamos precisar trabalhar e buscar desenvolvimento constante”, comentou o bicampeão.
 
“Montreal é um desafio completamente diferente de Mônaco, então espero que nós possamos adaptar rapidamente nosso pacote ao circuito e manter nossa forma recente, mas certamente vai ser complicado e um fim de semana imprevisível”, finalizou.
 
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