Honda prevê relação mais igual com “flexível” Toro Rosso e admite: “Não estávamos prontos para a McLaren”

Chefe da Honda, Yusuke Hasegawa afirmou que a construtora nipônica terá uma relação de mais igualdade com a Toro Rosso, uma vez que vinha sendo liderada pela McLaren. Dirigente descartou, no entanto, que a mudança de equipe resulte em uma pressão menor

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Chefe da Honda, Yusuke Hasegawa avaliou que a relação com a Toro Rosso será de mais igualdade do que com a McLaren. O dirigente considerou que, por conta da inexperiência da montadora nipônica com a tecnologia atual da F1, a escuderia de Woking era quem liderava os trabalhos.
 
Depois de três anos, Honda e McLaren seguirão caminhos diferentes na F1, com a montadora passando a fornecer seus motores para a Toro Rosso e a escuderia inglesa sendo equipada pela Renault.
Yusuke Hasegawa negou que a Honda terá menos pressão com a Toro Rosso (Foto: F1/Twitter)

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“Fomos nós que fizemos a maioria dos pedidos até aqui”, disse Hasegawa em entrevista ao site da montadora. “Mas é justo dizer que será uma parceria mais igual do que com a McLaren em termos de liderança. E não é só por causa do tamanho do time”, contou.
 
“Obviamente, a Honda como companhia é enorme, mas temos pouca experiência recente com a F1, então, deste ponto de vista, a McLaren ainda estava nos liderando”, reconheceu. “Não vai ser assim com a Toro Rosso”, garantiu.
 
Ainda, Hasegawa reconheceu que a Honda “precisava de uma mudança” e se mostrou empolgado com a possibilidade de testar o motor nipônico em um carro diferente.
 
“Do ponto de vista técnico, é bom para nós sabermos de outras coisas, como novas situações de resfriamento ou como a velocidade máxima é afetada pelo arrasto de um carro com design diferente. É importante entender qual é o padrão”, comentou. “Nós estamos trabalhando rapidamente para trocar os times. Temos de preparar as coisas antes de fevereiro, então vai ser um inverno bem agitado”, lembrou.
 
“A instalação é o maior trabalho para nós, fazer o motor caber no chassi. Nós precisamos fazer muitas modificações, o que é um trabalhão, especialmente neste tempo limitado. Honda e Toro Rosso ― dos dois lados ― estão fazendo um trabalho muito bom”, avaliou. “O desenvolvimento da unidade de potência está em curso. Vai ser o mesmo conceito de unidade de potência deste ano, então podemos usar a atual como ponto de partida”, explicou.
 
“Nós só conhecemos as coisas do jeito McLaren-Honda, mas está será outra oportunidade para expandir nosso entendimento e experimentar uma maneira diferente de trabalhar”, ponderou.
 
Embora a Toro Rosso seja uma equipe menor do que a McLaren, Hasegawa não espera diminuição da cobrança em cima da Honda.
 
“As pessoas me dizem que teremos muito menos pressão na Toro Rosso, mas não acho que isso seja verdade”, comentou. “Para mim, nós simplesmente precisamos preparar o melhor motor e nada vai retardar isso”, completou.
Falando à publicação alemã ‘Speed Week’, Hasegawa elegeu o primeiro ano da parceria com a McLaren como o mais difícil para a Honda.
 
“O ano mais duro foi, sem dúvida, o primeiro, mas o terceiro tampouco foi fácil”, apontou. “Acho que conseguimos nos recuperar um pouco mais rápido do que nos anos anteriores”, opinou.
 
“Os esportes a motor significam tudo para a Honda. São parte do nosso DNA. Sabemos que as corridas às vezes são duras, mas este é um desafio em termos de rendimento e tecnologia que nos motiva, então não faz sentido jogar a toalha no meio do caminho. Isso não é da nossa mentalidade”, frisou.
 
Na mesma entrevista, Hasegawa classificou a Toro Rosso como “uma equipe mais flexível” e reconheceu que a Honda não estava preparada para um time do tamanho da McLaren.
 
“A Toro Rosso é uma equipe mais flexível. É mais fácil de trocar opiniões. A McLaren é uma equipe de ponta e a Honda não estava pronta para uma equipe de ponta. Isso é um fato”, admitiu.
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