F1

Hülkenberg pede “trabalho em conjunto” na Renault e minimiza falha no motor: “Não é hora de apontar dedo”

Nico Hülkenberg preferiu manter a paz na Renault e evitou achar culpados pelo abandono duplo no Bahrein. O alemão explicou que é hora do time francês trabalhar em conjunto

Grande Prêmio / Redação GP, de São Paulo

A Renault teve um duro golpe na etapa do Bahrein disputada no último domingo (31). Saindo de 17º com Nico Hülkenberg, o time vinha com os dois carros nos pontos, com o alemão em grande forma na sexta colocação. Aí, já no finalzinho, Nico e Daniel Ricciardo abandonaram ao mesmo tempo com problemas no motor. Mesmo muito frustrado, Nico não quis achar culpados.
 
Hülk explicou que o time todo sentiu um duro golpe com o abandono duplo, mas que não é hora de ficar procurando culpados e, sim, trabalhando atrás de soluções.
 
"Foi difícil de engolir. Não só para mim, para todo mundo aqui. É nessas horas que você percebe que a F1 é um esporte coletivo. O pessoal dos motores em Viry e todos nós estamos devastados e para baixo. Só que não faz sentido ficar apontando dedo uma hora dessas, precisamos trabalhar em conjunto e nos ajudarmos", disse.
Nico Hülkenberg não tentou achar culpados na Renault (Foto: Renault)
O alemão falou da briga pela 'F1 B' e reconheceu que a Renault não conseguiu abrir margem para, pelo menos, Haas, McLaren e Alfa Romeo.
 
"Sempre sinto que estamos em um pelotão, é tudo muito apertado. Talvez a Haas possa ser mais rápida, mas varia de pista para pista. A McLaren não parece longe, a Alfa Romeo está no bolo também, então são pequenas coisas que fazem a diferença. Certamente estamos em uma boa posição nessa briga, mas precisamos seguir evoluindo o carro", completou.

Com o abandono duplo que custou nove pontos, a Renault segue com apenas os seis conquistados por Hülkenberg na Austrália.