Incomodado com contratação de ex-FIA pela Ferrari, chefe da Sauber avisa: “Sabe os detalhes de cada carro”

Frédéric Vasseur, chefe da Sauber, destaca a vantagem da Ferrari ao contratar Laurent Mekies, ex-dirigente da FIA e conhecedor dos segredos das equipes da F1. O dirigente da equipe suíça avisa que a questão é “o começo de uma bagunça”

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A contratação de Laurent Mekies, ex-dirigente da FIA, pela Ferrari segue causando impressões negativas no grid da F1. Dessa vez foi a Sauber que reclamou da manobra da equipe da italiana, apontando a vantagem indevida de ter acesso a “detalhes de cada carro” da categoria.
 
As críticas vem de Frédéric Vasseur, chefe da Sauber. O dirigente aproveita e também critica a própria FIA, que volta a perder um funcionário para uma equipe de F1 – assim como já aconteceu em 2017, com a Renault.
 
“É uma pena que a FIA não consiga achar uma solução para manter seus funcionários”, diz Vasseur, entrevistado pela revista ‘Autosport’. “Lembro perfeitamente da situação com o Marcin [Budkowski]. Ele estava no túnel de vento de todas as equipes duas semanas antes de sair [da FIA]. Laurent [Mekies] sabe de detalhes chave de cada carro. Mesmo que ele trabalhasse com foco na segurança, ele sabe das estruturas importantes”, apontou.
Laurent Mekies, o pivô da mais nova crise da F1 (Foto: Reprodução/Twitter)

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Red Bull e McLaren são outras equipes que já reclamaram da postura de Ferrari, citando a quebra de um “acordo de cavalheiros”. A Sauber se une ao grupo, mas já reclamando também da atitude da FIA.
 
“Vai chegar um momento em que vai ser um problema se não pudermos confiar na FIA, porque precisamos ser bem abertos com eles”, indicou Vasseur. “Precisamos perguntar se estamos dentro do regulamento ou não. Se isso for motivo de medo, vai ser o começo de uma bagunça”, avisou.
 
A fúria das equipes tem a ver com o tempo parada que Mekies vai cumprir entre os dois empregos. Laurent avisou a FIA que deixa o cargo atual dentro em junho. Em setembro, apenas três meses após a saída, já é aguardado como novo funcionário da Ferrari. Por trabalhar na federação, o funcionário desenvolveu livre acesso às equipes de F1, o que resulta no risco de levar informações confidenciais a Maranello.
 
CEDO DEMAIS?

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