Kubica diz que volta à F1 lhe deu paz interior e agradece Williams por “impulso para viver a vida e ser um homem feliz”

A chance de voltar a acelerar um carro de F1 depois de quase perder a vida é vista por Robert Kubica como uma dádiva e um reencontro consigo mesmo. E ter a oportunidade de frequentar o paddock, ainda que como reserva, é motivo de felicidade para o polonês. Que não se cansa de agradecer à Williams

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Na metade final da década passada, Robert Kubica pintou como um dos mais promissores pilotos da sua geração e indicava ser um campeão do mundo em potencial na F1. Mas um gravíssimo acidente sofrido dias após a primeira semana de pré-temporada em 2011, quando o polonês disputava o Rali Ronde di Andora, interrompeu sua carreira e quase o matou. Depois de intensa recuperação e mesmo com as limitações no braço direito, Kubica voltou a pilotar um carro de F1 no ano passado. Neste ano, foi confirmado como reserva da Williams. O regresso à categoria, ainda que não como titular, é visto pelo piloto de 33 anos como uma dádiva.

 
A primeira grande chance de Robert em voltar a pilotar um carro da F1 aconteceu em junho do ano passado, quando o piloto guiou um carro de 2012 em teste promovido pela Renault, sua última equipe no Mundial antes do acidente na Itália. Desde então, seu nome passou a circular com mais força no paddock, ainda mais depois de ter feito um teste com o modelo do ano passado da equipe de Silverstone durante uma sessão da F1 dias após o GP da Hungria.
Robert Kubica não esconde a felicidade por voltar a respirar os ares da F1 (Foto: Williams)
Mas após ter sido preterido pela Renault, que optou pela juventude de Carlos Sainz, Kubica tentou cavar um lugar na Williams. Por muito pouco não virou titular, perdendo a corrida pela vaga no fim graças ao combustível financeiro de Sergey Sirotkin. Contudo, o polonês foi contratado como reserva para emprestar sua experiência aos jovens titulares do time de Grove.
 
De qualquer forma, poder voltar à F1 é visto por Kubica como um momento singular. Quase sagrado. Em entrevista coletiva durante um evento do seu patrocinador, a petrolífera Lotos, em Varsóvia, o polonês lembrou de quando voltou a pilotar um carro da categoria.
 
“Quando cheguei a Valência sabendo que havia um carro de F1 à minha espera, naquele instante senti paz interior”, revelou o piloto.
 
“Pela primeira vez em sete anos me senti como se estivesse em casa. Muitas coisas aconteceram no ano passado que me deram paz interior e a fé de que isso [retornar à F1] é possível”, comentou Robert.
 

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Mesmo sem a tão sonhada vaga de titular e com a chance adiada de voltar a correr — seu último GP foi o GP de Abu Dhabi de 2010, quando terminou em quinto lugar —, Kubica se diz feliz apenas por poder frequentar o paddock da F1 e viver do jeito que sempre quis.

 
“Era algo que sentia muita falta, e isso mostra o quão forte é a minha paixão pelo esporte. O papel que a Williams deu me permite estar no paddock e alimentar minha paixão, o que me dá impulso para viver a vida e ser um homem feliz”, finalizou.
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