Norris se vê em melhor ano na F1, mas tem cautela ao falar do top-3: “Tudo muda rápido”

Dono de um pódio no ano, conquistado em Ímola, Lando Norris, da McLaren, elege a temporada atual como a melhor que já teve na F1, mas mantém pés no chão e prega trabalho duro por continuidade

Lewis Hamilton conquistou a vitória 97 na F1: assista aos melhores momentos do GP de Portugal de F1 (Foto: GRANDE PREMIO com Reuters)

Terceiro colocado no Mundial de Pilotos, com 37 pontos conquistados depois de três corridas, Lando Norris se mostrou contente com seu desempenho e já vê a temporada de 2021 como a melhor de sua carreira até aqui.

Desde 2019 na Fórmula 1, Norris surfa em uma onda de bons resultados com a McLaren, tendo conquistado um terceiro lugar em Ímola, além de um quarto lugar no Bahrein e uma quinta colocação em Portugal. Apesar do ótimo início de campeonato, o britânico enxerga que a disputa pelo posto de terceira força da categoria é acirrada e que muito trabalho será necessário para consolidar a McLaren no top-3.

“Tem sido, com certeza, a melhor temporada que já tive até agora, a melhor sequência de corridas que tive até aqui na Fórmula 1. Então eu adoraria manter esse ritmo, mas uma boa corrida não significa necessariamente muitos pontos e uma boa posição”, disse Norris, que decidiu por um caminho mais cauteloso ao discorrer sobre a performance atual da equipe inglesa e a expectativa para o resto da temporada.

“Uma boa corrida pode ser conosco em oitavo ou nono, isso pode ser que atingimos tudo que podemos. Vamos esperar e ver: está tudo muito próximo, especialmente no meio do pelotão intermediário, e isso pode mudar de uma hora para outra. Continuaremos fazendo o que estamos fazendo, mas não é fácil e não será surpresa se estivermos um pouco mais para trás de vez em quando”, explicou.

Lando Norris foi ao pódio em Ímola (Foto: AFP)

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“Quero dizer, creio que as coisas estão bem para nós agora. Sinto que estou fazendo um bom trabalho nos treinos classificatórios, colocando boas voltas quando preciso. Talvez não muito em Ímola e em Portugal, no Q3, mas tudo além disso foi bom, inclusive as corridas e as relargadas, as largadas, muitas coisas vão bem, mas é muito fácil pararem de ir”, seguiu.

“Eu quero continuar fazendo o que estamos fazendo. Ficar atrás de Mercedes e Red Bull continua sendo a meta e onde acreditamos que podemos ficar. Eu não coloco minhas expectativas tão altas nas corridas. Tentamos fazer o que já estamos fazendo, mas é muito fácil acabar em sexto ou sétimo. Sou realista, mas tenho certeza que podemos continuar o que estamos fazendo”, concluiu.

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